Boca Maldita - 665

Projeto Memória Palhocense: Armazém do seu João Ferreira 

Seu João Ferreira foi o dono deste armazém de secos e molhados lá pelos idos das décadas de 1920 e 1930 e ficava localizado no Aririú, na entrada do bairro da Guarda do Cubatão. 
Seu João Ferreira, além de contribuir para o desenvolvimento de Palhoça, contribuiu também para o crescimento populacional do município, pois, com seus dois casamentos botou no mundo 19 filhos, entre eles as saudosas irmãs Ivone Wagner e Eny Emília de Souza.


Tá bom, mas piorou

Segundo a empresa Urban Systems, que faz um estudo em cidades acima de 100 mil habitantes no país todo desenvolvendo um ranking das 100 melhores cidades para fazer negócios no país, Palhoça não está na lista. Mas existem quatro subcategorias no estudo, e em uma dessas subcategorias, Palhoça aparece. É na subcategoria chamada Desenvolvimento Econômico. No estudo de 2017, aparecia em 12º lugar, uma subida e tanto em relação a 2016, quando apareceu em 56º. Agora, apareceu em 21º. Ou seja, caiu em relação a 2017. 

 

Sem saída

Na sessão da Câmara de Vereadores de segunda-feira (12), diversos vereadores reclamaram da saída do vereador Jean Negão durante a sessão plenária. Ele anunciou que estaria se retirando devido a uma reunião marcada na Guarda do Embaú para tratar de questões ambientais da região da Baixada do Maciambu. Ao final da sessão, os vereadores divergiram da atitude do parlamentar em marcar uma audiência pública para discutir com a comunidade, a APA do entorno Costeiro, em dia e horário de sessão ordinária. Segundo eles, isso impediu que os demais vereadores participassem da audiência. Conclusão: alguns ficaram “p” da cara com o Jean!


Frase de um caminhão no Paraná

“Amo meu Estado! Aqui tem Sérgio Moro, ostras no litoral e agora estamos criando Lula no cativeiro”.

 

Esperando sentadas

Moradoras da comunidade da Casa Branca, no Maciambu, estão esperando até hoje a instalação do abrigo de ônibus prometido pelo diretor da Prefeitura Laudelino Soares. Como estão esperando há muito tempo, resolveram esperar sentadas! Será que esqueceu? Ou prometeu o que não podia cumprir? As moradoras estão esperando a visita do Laudelino no Casa Branca, para “agradecer”.


Nota de Repúdio

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Palhoça (Sitrampa) tem recebido diversas reclamações sobre o atendimento de uma médica perita da Prefeitura e repudia a postura antiprofissional da mesma. O sindicato anuncia que não medirá esforços em defesa dos servidores.

 

 

A Boca Maldita é Sua...

Gislaine Quadros Leão - moradora do bairro São Sebastião: “Venho por meio deste e-mail pedir ajuda para divulgar no jornal o que está ocorrendo no bairro São Sebastião, em Palhoça. 
Um cano da rede pluvial foi quebrado em frente à minha casa, na rua Perpétua e a Vigilância Sanitária lacrou com cimento. Acontece que o esgoto de algumas casas está sendo despejado a céu aberto na rua. E ninguém dos órgãos competentes faz nada. Nós moradores queremos o apoio da Prefeitura para resolver esse grave problema e regularizar a situação, afinal, compramos casas financiadas com Habite-se da Vigilância Sanitária e tudo o mais. Pagamos nossos impostos e estamos convivendo em meio a um rio de esgoto e bichos transmissores de doenças”. 
Com a palavra o prefeito, o responsável pela Vigilância Sanitária e o secretário de Infraestrutura. É impossível um dos três não se sensibilizar para resolver o problema, né?! 


Isso é uma vergonha

Foi, no mínimo, vergonhoso para Palhoça o que foi veiculado na imprensa catarinense esta semana, sobre o cidadão palhocense que vai ter que esperar 32 anos para fazer um exame de ressonância magnética. O engraçado é que o secretário Rosiney Horácio tinha ido à Câmara na semana passada e dito que a saúde em Palhoça estava uma maravilha! E o que dizer do governo do estado, que é o responsável em fornecer esse tipo de exames? 

 

Desumanidade

A Câmara de Vereadores de Palhoça pediu ao Executivo municipal que puna exemplarmente a médica da perícia, que é veiculada à Secretaria Municipal de Administração, que mandou uma funcionária da Prefeitura voltar a trabalhar, depois dela ter passado por três operações de câncer: nas mamas, na coluna e o mais recente, no cérebro. A insensibilidade da dita médica causou indignação e o repúdio, não só dos vereadores, mas também de toda comunidade palhocense.


O que Dizem e Eu Não Afirmo...
QUE a baderna noturna no Parque da Praia, na Barra do Aririú, está passando dos limites!
QUE a Câmara de Vereadores está fazendo mais uma lei para não ser cumprida: a que proíbe som alto nas praias do município!
QUE a administração municipal está pensando em comprar o prédio da atual Prefeitura, que é alugado. Com o mesmo dinheiro, ou menos, não daria para fazer uma Prefeitura nova? Até porque, terreno pra isso já tem!



Publicado em 16/11/2018 - por Joao Jose da Silva

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