Boca Maldita - Edição 647

Perguntar não ofende. Ofende?!

Por que o governo do estado do seu Pinho Moreira inaugurou o novo quartel da Polícia Militar de Palhoça e o mesmo continua mais fechado do que baú de solteirona?! Não estava pronto?! O governo do estado inaugurou para fazer média com a população?! Ou será que é porque o novo quartel não tem, sequer, recuo para estacionamento?!

 

O fim da picada

A solicitação parece coisa dos anos 70 e 80 do século passado, mas não é: moradores do Aririú da Formiga pedem encarecidamente para que a Jotur crie mais horários de ônibus, principalmente à noite, quando a empresa de transporte urbano não entra no bairro e os usuários são deixados às margens da BR-101, sendo obrigados a andar por quilômetros até suas residências. Com a palavra a Jotur e a Prefeitura de Palhoça, responsáveis pelo transporte coletivo no município.

 

 

 

A chegada da luz elétrica

A eletricidade chegou às casas de Palhoça no final do século 20. Somente as famílias mais abastadas e residentes nos locais onde passava a rede elétrica poderiam ter o privilégio de possuir lâmpadas em suas residências.  

A leitura era feita através de um livro de registros com o nome de todos os moradores que possuíam lâmpadas instaladas em suas casas, com as seguintes informações: nome do contribuinte, quantidade de lâmpadas, soma total de velas (potência), valor a ser pago, mês de cobrança e um campo para as observações. No campo “observações”, a pessoa encarregada pela cobrança anotava as alterações ocorridas e os casos especiais, como por exemplo: “Conserva só duas lâmpadas acesas”. Não havia medidor de energia, o consumo era cobrado pela soma de lâmpadas utilizadas. Predominava uma relação de honestidade e alta confiança entre os moradores da época e a empresa fornecedora. O preço era de 1$000 (mil réis) para cada 10 velas, ou seja, uma lâmpada de 32 velas custava três mil-réis e duzentos mensais. 

Em 1928, 28 famílias do Centro da cidade tinham luz em suas casas. Em 1929, a empresa “Baasch & Cia” foi a primeira casa comercial palhocense a instalar duas lâmpadas, com um total de 41 velas. Em 1931, Palhoça possuía 50 casas com lâmpadas. Não há registros de qualquer outro tipo de equipamento elétrico nesta época nas residências. Ah, e não existiam “gatos”!!

 

 

O Boca Maldita é sua...

Val Prazeres, moradora da Pedra Branca:
“Que abram logo a Centro de Zoonose, conforme está descrito na Lei Municipal 3.072, de 23 de julho de 2009. Que apliquem as leis e multas sobre os transgressores. Vamos lá, políticos eleitos! A Palhoça está ficando para trás. O abandono de animais pelas ruas da cidade está ficando insustentável e a revolta do povo está cada dia aumentando.
Pedimos ao prefeito Camilo que tome providências urgentes contra os carroceiros que maltratam seus cavalos e que, quando esses não os servem mais, os abandonam à própria sorte. Na foto, uma ótima solução para ser adotada pela Prefeitura, que certamente dará mais mobilidade ao trânsito, e ao mesmo tempo ajudar os carroceiros para que continuem com suas atividades”.

 

O que Dizem e Eu Não Afirmo...

QUE tem vereador de Palhoça que acredita em Papai Noel, Mula Sem Cabeça, Saci-Pererê e também que a ANTT vai concluir o Contorno Viário até 2022. Tanto que vão homenagear o presidente da agência, na Câmara, com uma Moção de Aplausos! Como diz o Antônho do Bidunga: “Aplaudir um político porque ele fez uma obra pública, é o mesmo que aplaudir um caixa eletrônico quando ele lhe entrega o seu próprio dinheiro”! Neste caso, é pior ainda, já que a obra está mais parada do que água de poço!

QUE os vereadores de Palhoça já estão em férias. Será que alguns vão viajar ou vão esperar acabar o recesso parlamentar?! 

QUE está confirmado: o dinheiro para comprar a ambulância do vereador Nelsinho Martins, conseguida junto ao deputado federal Marcos Tebaldi, deve chegar em Palhoça nos próximos 40 dias. Pelo menos é o que garante o vereador!

QUE, dependendo do dia e horário, o palhocense está levando 40 minutos para fazer o trajeto de carro entre o Supermercado Rosa e a praça da cidade. A coisa está russa. Ultimamente tem sido melhor usar o “expresso canelinha” do que andar de carro por Palhoça, principalmente no Centro. Solução à vista por parte da Prefeitura? Não, nem à vista, nem a prazo!!

QUE depois de viajar para a Grécia (por conta própria), a secretária de Saúde do município, Anna Paula Heiderscheidt, pode vir a receber um “presente de grego” da Prefeitura!



Publicado em 12/07/2018 - por Joao Jose da Silva

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