Boca Maldita - Edição 671

Projeto Memória Palhocense: A charrete do padre

O pároco da Matriz de Palhoça nos anos 1950 e início dos anos 1960, padre João Batista Vieceli, e sua charrete (também chamada de aranha), que o levava para rezar missas por todos os bairros do município. Na foto, do acervo de Renato Wagner, padre João está em frente à capela do Alto Aririú.

 

 

A Boca Maldita é sua...

E o sorteio do Programa Nota fiscal Palhocense? 

Mayara Brich - moradora de Palhoça: "Como sabemos, a Prefeitura de Palhoça lançou o Programa Nota Fiscal Palhocense no ano passado. O proposto seriam três sorteios: um em setembro (que foi adiado com uma justificativa péssima), um em outubro (único realizado) e um no final de dezembro, quando seria o maior de todos, inclusive com três motos como prêmios.

Fiquei no aguardo no dia 13 de dezembro, que seria a data anunciada para o último sorteio e que teria transmissão ao vivo, assim como foi o de outubro. Mas, NADA!! 

E até agora... NADA. Já liguei para a Prefeitura e ninguém soube me informar o motivo pela não realização do sorteio. Inclusive muitas servidores desconhecem o projeto, lamentavelmente.

Fiquei esses últimos meses me esforçando, pedindo as notas de serviços, preenchendo o CPF, regulamentando no site, estava tudo ok. Se o projeto foi um fracasso de adesão, a Prefeitura tem que dar uma resposta à população. Vamos pagar o pato?

Agora quando entro no site, meus cupons sumiram, o sorteio que seria em dezembro desapareceu e, aparentemente, vai ficar assim - um desrespeito total com quem estava participando".

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico informa em nota à coluna Boca Maldita, que, de acordo com o decreto 2426/2018, foi revogado o sorteio de dezembro dos prêmios do programa Nota Fiscal Palhocense. O objetivo é atualizar o sistema de sorteio para que passe a valer, também, notas fiscais referentes à venda de produtos (ICMS). A decisão da pasta atende diversas solicitações, já que esse tributo possui uma demanda muito maior do que as geradas a partir de serviços utilizados (ISS). As alterações necessárias no sistema já estão sendo executadas pela equipe técnica, para que, em breve, seja divulgada a data de um novo sorteio.

 

 

A fonte do desprezo

Me parece que a preocupação com a dengue, externada pelo Ministério da Saúde, através de campanhas de conscientização, ainda não chegou aos ouvidos dos administradores de nossa Prefeitura. O exemplo é o que podemos ver e que em nada nos orgulhar, em plena Praça Sete de Setembro, o descaso que se encontra a fonte construída pela administração Ronério Heiderscheidt. O local já abrigou peixes e chafariz, mas hoje é somente um depósito de sujeira, lixo, água parada e imunda, tornando-se um criadouro natural para o mosquito Aedes Aegypti e outros bichinhos de estimação da Prefeitura. Até quando?!

 

 

Sem luz e água no fim do túnel

O problema da falta d'água e de luz na região Sul do município no verão é bem antigo. O final de ano naquela região não fugiu à regra: de dia faltou água e de noite faltou luz. Tanto que para o Carnaval, uma marchinha de 1954 promete colocar a Celesc e a Samae de Palhoça ainda mais na boca do povo do que já estão:

"Pinheira, Guarda e Sonho
Região que nos seduz
De dia falta água
De noite falta luz
Abro o chuveiro
Oi, Não cai um pingo
Desde segunda
Até domingo
Eu vou pro mato
Oi, pro mato eu vou
Vou buscar um vagalume
Pra dar luz ao meu chatô"

 

Por falar em dengue...

Moradores do Alto Aririú precisam ficar atentos, não deixando água parada em recipientes em suas residências para ajudar no combate à dengue. É que foi encontrado um foco do mosquito no bairro. Portanto, todo cuidado é pouco.

 

O que Dizem e Eu Não Afirmo...

QUE estacionamento ao preço de R$ 40 na Guarda do Embaú nos últimos dias do ano fez com que proprietário de guinchos ganhassem um bom dinheirinho para começar 2019.
QUE todo mundo já começou a trabalhar em 2019. Só a Câmara de Vereadores continua fechada pra balanço. Pra balanço não, para sua 21ª reforma do prédio!
QUE a pendenga entre a Prefeitura, o Sitrampa e os servidores da Saúde para saber se trabalham seis, sete ou oito horas continua. Virou a Torre de Babel - ninguém se entende. Bem que o Ministério Público, acusado de começar toda essa polêmica, podia intermediar a briga, né?!
QUE "educação" é o que pedem os turistas que frequentam a Guarda do Embaú a alguns policiais que fazem cumprir o horário de fechamento dos bares nas madrugadas daquela praia.



Publicado em 10/01/2019 - por Joao Jose da Silva

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