Boca Maldita - Edição 703

Cachorro estudante?

O jornal Palhocense recebeu uma reclamação de um pai de aluno da Escola Estadual José Maria Cardoso da Veiga, na Enseada de Brito: tem cachorros de rua que "adotaram" a escola como casa e foram, da mesma forma, "adotados" pela escola. "Inclusive, assistem aulas junto com as crianças”. Provavelmente, tem muitos alunos e pais que não se importam ou até acham bonitinho, mas esse pai não vê com bons olhos e disse que já pediu providências à direção e não foi atendido. A Boca Maldita consultou a Secretaria de Estado da Educação e a orientação é de que “os cachorros não deverão ser atendidos pela escola, e, caso exista necessidade, um órgão responsável (como não temos um centro de zoonoses, seria a Secretaria do Bem-Estar Animal?) deverá ser acionado para recolhimento”. E AUgora? 


Celasc

Administradores da Celesc estiveram na Câmara de Vereadores para explicar a bagunça causada pelo emaranhado de fios nos postes da rede elétrica em Palhoça. O problema é causado, principalmente, pelas empresas de telefonia, que pagam aluguel do espaço à Celesc.

O responsável pelo setor da Celesc falou, falou, mas não convenceu ninguém e ficou claro que a bagunça vai continuar. 

 

 

Providência urgente

O vereador Luciano Pereira diz que se sente enrolado como representante da comunidade palhocense no nosso Legislativo municipal. De forma enérgica, ele pede providências à administração municipal para que promova a aquisição de maquinário para dragagem dos rios do município, que, segundo ele, estão pedindo socorro. “Nós, vereadores, aprovamos cinco milhões para que o Executivo municipal comprasse equipamentos para esse fim, mas até agora nada foi resolvido”, cobra.

Segundo ele, os pescadores da Barra do Aririú, do Centro de Palhoça, da Ponte do Imaruim, do Furadinho, da Passagem do Maciambu e de outras localidades não conseguem captar o sustento para suas famílias enquanto a situação do assoreamento não for resolvida. “Esperar pela maré alta para poder trabalhar é um absurdo tremendo”, critica.

Ainda segundo o vereador, isso também vem interferindo nos alagamentos e enchentes em nossa cidade, especialmente quando coincidem chuvas fortes com a maré alta. “Situações que temos visto cada vez com mais frequência em nossa cidade”, alerta. 

 

Botando ordem na Casa

O presidente do Legislativo palhocense, vereador Neném do Bertilo, garante que vai colocar em votação aqueles projetos de lei que estão em pedido de vistas há mais de um mês pelos vereadores da casa. Ele informa que o regimento interno estabelece cinco dias, com extensão de mais cinco. Segundo ele, é inadmissível que determinados projetos fiquem em poder do parlamentar pelo prazo de até seis meses, como acontece atualmente na Câmara - referindo-se ao projeto que institui tarifa social da conta de água para as famílias que moram sob edificações básicas do Minha Casa, Minha Vida. “Em minha presidência, isso não vai mais acontecer”, decretou. 


Furto de fiação

A Secretaria de Estado da Educação avisa que já providenciou o pedido para que seja restabelecida a fiação de cobre conectada ao para-raios na escola Venceslau Bueno. A escola foi invadida e a fiação foi furtada na madrugada de segunda-feira (19). Aliás, é outra situação recorrente em Palhoça. Nesta terça-feira (21), a Celesc estava providenciando a reposição de fiação roubada na rua Evaldo Carlos Baasch, no Centro. Quando é que a cacalhada vai tomar jeito, hein? Se liga!!! 


O que Dizem e Eu Não Afirmo...

QUE os pescadores da Barra do Aririú já pediram e imploraram pelo desassoreamento da foz do rio Aririú para o governador, para os deputados, para o prefeito municipal, para os vereadores... mas, até agora, nada! Quer dizer: enquanto nossos políticos “nada”, o pescador não navega!
QUE o repasse mensal de uma creche conveniada à Prefeitura é algo em torno de R$ 30 mil por mês, mas as despesas chegam a R$ 40 mil. Conclusão: a maioria das 16 creches conveniadas devem fechar! 
QUE, segundo a Câmara de Vereadores, as creches tocadas pela Prefeitura gastam mais de R$ 5 mil por criança/ano, já as conveniadas recebem só R$ 2,52 mil por criança/ano. Quem está ajudando quem? Já que oferecer creches para nossas crianças é responsabilidade do município e não dos conselhos comunitários?!



Publicado em 22/08/2019 - por Joao Jose da Silva

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