Editorial - 697

Novos velhos acordes

 

O ritmo quase sempre agitado e os agudos distorcidos da guitarra são traços fortes de um dos movimentos culturais mais fortes de nossa recente história. O rock chegou a todos os cantos da Terra com diferentes temáticas. Com letras pacifistas ou diabólicas, o ritmo sempre foi um brado por espaço e atenção dos jovens. Assim como seus seguidores, o rock também envelheceu, mas quem admira sempre consegue encontrar novos acordes com algo novo a dizer.

Palhoça formou grandes roqueiros, principalmente dos anos 1980 e 1990. Entre as bandas palhocenses que mais ganharam foco, sem dúvida, a Combat se destaca. O grupo formado nas garagens da Barra do Aririú teve hits em várias rádios e chegou a abrir o maior festival de música do Sul do Brasil, o Planeta Atlântida.

Comercialmente, o rock se enfraqueceu. Novos ritmos chegaram como furacões e muitos dos músicos que sonhavam em viver da arte tiveram que migrar para outras profissões. Porém, a verdade musical de quem ama o velho e bom rock and roll não se deteriora. Prova disso é que a banda Combat está de volta aos palcos. Neste final de semana, alguns daqueles jovens que encararam uma plateia pela primeira vez no Festival de Músicas Inéditas do Snoopy estarão na Mansão Luchi para gravar seu primeiro DVD. No mesmo final de semana, o Shopping ViaCatarina abre suas portas para a primeira edição da Feira de Rock, e no sábado (13), o Beer Garden do Centro de Palhoça comemora o Dia Mundial do Rock com show de Sonido Sound Club.

Nós estaremos lá, na plateia, aplaudindo, cantando e gritando, ao bom estilo Palhoça Metal - comprovadamente inoxidável!



Publicado em 11/07/2019 - por Palhocense

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