Editorial - Edição 714

 

A região metropolitana discute há alguns anos a implantação de um sistema integrado de transporte coletivo. O objetivo é que uma só empresa opere nas cidades continentais que fazem parte da região da Grande Florianópolis e que se possa percorrer de Palhoça a Biguaçu, por exemplo, usando apenas um bilhete. A medida poderia impulsionar a geração de empregos na região, por exemplo. Isso porque o valor do vale-transporte seria uniforme, mesmo para os que viriam de fora da cidade.

O projeto, já aprovado por nossos vizinhos, porém, esbarrou em um imbróglio legislativo aqui em Palhoça. Ao avaliarem o tema, nossos vereadores questionaram, com razão, 28 pontos da proposta. O governo do estado está com esse pedido de informações desde o dia 5 de agosto. Passaram-se três meses até a resposta por parte do governo Moisés, e agora, nossos parlamentares precisam votar a questão a toque de caixa.

Já há acenos dos vereadores para a não aprovação aqui na cidade. Como consequência, ficaríamos de fora do sistema e a cidade continuaria sendo atendida por uma empresa local. No caso, a Jotur, já que a empresa a operar o sistema integrado seria escolhida em futura licitação.

As perguntas que ficam: um erro justifica o outro? A população tem espaço e tempo para ser ouvida? Quem for votar o futuro de nosso transporte coletivo é usuário do mesmo? Estamos esperando as respostas no ponto.



Publicado em 07/11/2019 - por Palhocense

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