Bela Vida demonstra preocupação com a saúde e bem-estar
6ª Noites do Sul reúne casais no Clube Sete de Setembro
1º Arraiá dos Santos e Amigos
Enseada de Brito reúne fiéis da comunidade para Festa do Divino
Muita alegria na Feijoada da Integração da APAV
Veteranos da Lama promovem III Trilha Costelaço
120ª Festa do Divino Espírito Santo - Parte V
120ª Festa do Divino Espírito Santo - Parte IV
120ª Festa do Divino Espírito Santo - Parte III
120ª Festa do Divino Espírito Santo - Parte II
120ª Festa do Divino Espírito Santo - Parte I
Inauguração do Shopping Via Catarina
Palhoça - Sexta-Feira, 30 de Julho de 2010 - Bom Dia!!!

Seu correspondente preferido está aqui na Alemanha para mais uma brilhante cobertura dos jogos da Copa. Este lindo país fora quase totalmente destruído no final da segunda guerra mundial. Hoje porém, ao contrário da Praia de Fora, todos os buracos foram tapados. Seus habitantes; os turcos, juntam-se aos muitos brasileiros desgarrados na Europa que, numa espécie de babaquice coletiva, querem aparecer na Globo para chorar a saudade da feijoada que nunca comem quando estão no Brasil. A caipirinha também rola solta, levando a galera ao delírio num verdadeiro Exporrecofest que mais parece outubro em Santa Catarina. É nesse clima de imbecilidades verde-amarelas que futebol e samba pedem passagem. Como cheguei atrasado, já estavam esgotados os ingressos para as cadeiras numeradas. Só restou a mesa oito de um cabaré da periferia. Sou repórte, fazer o quê? Fui conferir. Era uma espelunca decadente na antiga Berlim Oriental onde Lisas Minellis barbados soltavam “a franga” no palco. No meio daquela baderna geral, conheci uma dançarina pornô de tranças douradas que me tirou para dançar. Meu nariz encaixava-se perfeitamente entre os fartos seios daquela valquíria rechonchuda. A maravilha do design Bauhaus chamava-se Vicentina Van Grogh e entornava todas. Até tentei acompanhá-la mas... lá pelas tantas, com os olhos esbugalhados, olhei para o céu, agradeci aos deuses do Valhalla e desabei no seu colo. Encantada com meu jeitinho “latino-carente”, fui logo adotado. Acho que a fräulein me confundiu com o Cafu. (espero que essa troca de identidades não dê problemas para o nosso lateral). Chegando em sua casa, jogou-me no sofá e disse:
-Querr verr minha tatuagem, Cafuca?
-Quero... que lindo! Não é o bigodinho do Adolf Hitler?
-Aí non, estúpido, na coxa!
-Humm, varizes neo-impressionistas, com certeza!
-Idiota! Vamos para o quarto que vou te mostrarr a arte que eu gostarr de fazerr.
- Pôs agora?! -subimos.
- Nossa, posso botar um pouquinho?
- Pode, mas enfia com o dedinho no furinho, tá?
- Deixa comigo. Que tal o volume?
- Está aumentando. Ai, ai wunderbar! Vamos parra a quinta?
- Vamos até a nona se você quiser, meu bem!
- Ui, que delícia! Non parrar de tocar, Cafucafuca. Continua cafucando, continua Cafuuuuuu...
- Mi em cima de Si sem Dó Lá no Sol Fá... Ei! O que vocês estão pensando? Só estamos ouvindo o CD das sinfonias do Beethoven?!
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