Apae registra o terceiro arrombamento do ano

Na madrugada desta quinta-feira (22), ladrões invadiram o prédio da instituição e levaram alimentos

f5611be88ecf4eb5484ae977c2ba9dbe.JPG Foto: NORBERTO MACHADO

A Apae de Palhoça registrou, na madrugada desta quinta-feira (22), o terceiro arrombamento do ano. Em menos de dois meses, ladrões invadiram as dependências da instituição, no Centro, em três oportunidades e levaram uma infinidade de materiais.
O primeiro incidente aconteceu ainda durante o período de férias. Os ladrões entraram em um depósito onde eram guardados materiais de eventos que a Apae realiza, como louças e toalhas.
Com a instituição já em atividade, houve um segundo arrombamento, à noite, quando ladrões levaram a bateria de um veículo de transporte da instituição. Felizmente, a peça já foi reposta e a Apae conseguiu retomar os atendimentos.
Nesta quinta-feira (22), houve um novo arrombamento, desta vez no depósito de alimentos. "Tentaram entrar primeiro pela janela, e conseguiram retirar várias garrafas de óleo de cozinha, e depois conseguiram arrombar a porta, danificando a porta, e levaram uma boa parte dos alimentos que recebemos por doação ou pelo setor de alimentos da Prefeitura", informa o coordenador pedagógico da Apae de Palhoça, Leonel Farias. "A Apae, infelizmente, está suscetível a esse tipo de violência e com as mãos atadas, porque não tem, neste momento, condições financeiras de estar bancando um serviço de segurança eficaz, que impeça esse tipo de situação", lamenta o coordenador.
A instituição até conta com segurança a distância, mas os sensores não foram acionados durante a invasão desta madrugada. A necessidade é a de estabelecer vigilância nas instalações 24 horas por dia. Antigamente, a Apae contava com o apoio de dois vigilantes durante a noite, mas a instituição não conseguiu mais sustentar os profissionais entre seus quadros. Isso porque o repasse de verbas da Prefeitura teve uma redução de mais de 10 mil reais. "Infelizmente, a gente teve que cortar pessoal, e para não prejudicar a área técnica, de atendimento direto ao aluno, a direção teve que dispensar os dois vigias que ficavam aqui à noite, apenas; no final de semana já não tínhamos o serviço de vigilância", revela Leonel.
Segundo moradores, a questão de insegurança na região tem se agravado pelo mesmo motivo registrado em outras áreas do município: a presença de usuários de drogas, principalmente usuários de craque. Um problema de segurança pública, mas também, de assistência social, que Palhoça tem enfrentado cotidianamente nos últimos anos. E está cada vez pior!



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