Aplicativo de empresa de PH gera R$ 1,2 bilhão em

Empresário Laercio Pereira Junior, CEO e fundador da startup Repasse (disponível para download na Apple Store e no Google Play), localizada em Palhoça, comemora a marca de R$ 1,2 bilhão em negócios anunciados

a57a9cc9f0a827e5430303e98d93a7ec.jpeg Foto: Palhocense

Empresário Laercio Pereira Junior, CEO e fundador da startup Repasse (disponível para download na Apple Store e no Google Play), localizada em Palhoça, comemora a marca de R$ 1,2 bilhão em negócios anunciados na plataforma desde a sua criação. De acordo com Laércio, esse resultado é uma demonstração do sucesso do aplicativo e de todo o potencial de crescimento da plataforma de negócios no mercado brasileiro. 
O aplicativo foi desenvolvido a partir de uma necessidade de mercado identificada pelo próprio Laércio Júnior, que trabalhou, como lojista, há mais de 20 anos no ramo de automóveis. Há cerca de três anos, Laércio entrou em um grupo de WhatsApp com quase 200 lojas que revendem carros. Pelo WhatsApp, as lojas ofertavam os carros que não queriam por diversos motivos, para revender para outras lojas. Como a conversa não era individual, isso começou a virar um leilão, e também era difícil e trabalhoso encontrar as informações dentro do grupo, pois o volume de informações era muito grande. “A partir desse problema, tive a ideia de desenvolver um aplicativo que ficasse bem próximo do WhatsApp, com a possibilidade de enviar fotos e áudios, mas que tivesse o recurso da conversa individual, para evitar o leilão que acontecia no grupo. Essa foi a motivação para criar o aplicativo, a partir da necessidade real do mercado”, comenta Laércio.
No começo, ele contratou uma empresa especializada para desenvolver o aplicativo e investiu muito no projeto, mas a empresa não entregou o trabalho contratado. O empreendedor não desistiu: alugou uma sala num prédio próximo da sua loja e contratou dois programadores e um analista de sistemas para começar tudo do zero, sem nenhuma receita. O principal desafio no início era a parte financeira, pois, como a empresa não tinha receita e nem investidor, Laércio tinha que trabalhar muito na sua loja de carros para levantar os recursos para pagar o aluguel e o salário dos desenvolvedores. “Foram três anos muito difíceis, muitas pessoas e muitos amigos falaram várias vezes para eu desistir, me chamaram de louco. Foi muito difícil, mas eu acreditava muito no projeto. Sabia que ia dar certo, porque conhecia o mercado”, relembra Laércio.
Com a entrada do sócio Robinson Shiba, fundador da rede China in Box e Gendai como sócio da empresa, o salto foi realmente gigantesco. Shiba foi um dos investidores do programa Shark Tank Brasil, apresentado pelo canal Sony e pela Band. O aplicativo se transformou numa plataforma de negócios com diversas facilidades e muita tecnologia embarcada. Atualmente, o aplicativo tem mais de 50 mil usuários cadastrados entre concessionárias, lojistas e profissionais autônomos que trabalham com veículos em todo o Brasil.
A empresa tem 12 colaboradores, e em 2018 cresceu mais de 200%, organicamente. “Recebemos diariamente, em média, 100 novos usuários. Isso acontece devido ao efeito viral de um bom produto. As pessoas conhecem e indicam para as outras, isso é fantástico, é a prova concreta de que estamos no caminho certo”, comenta Laércio.

 



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