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Arte voltada à conscientização ambiental

Mauro Ribeiro Rosa usa o teatro, a música e a poesia para levar uma mensagem de preservação da natureza

73a24876cb7a6c672d7c5ad0069bf786.jpg Foto: DIVULGAÇÃO

Quem visitou o Espaço Cultural Casa na Árvore, na Pinheira, na tarde do último domingo (28), pôde acompanhar o espetáculo “Aconteceu na Floresta Encantada”, teatro de bonecos voltado à preservação ambiental criado pelo artista ambientalista Mauro Ribeiro Rosa. Apaixonado pela música, pela poesia, pelo teatro e pela natureza, Mauro utiliza a arte como um instrumento de conscientização.

“A ideia foi trabalhar o teatro de bonecos, com uma parte de teatro caracterizado, também, mas de cunho de consciência ambiental. A intenção era passar uma mensagem através da arte”, comenta o artista, que mora no Bela Vista. Em “Aconteceu na Floresta Encantada”, o personagem Terceu, um gato contador de histórias, interage com os espectadores em uma enredo de exaltação ao meio ambiente. Com figurino e maquiagem apropriados, o próprio Mauro se transforma em Terceu, um entre tantos personagens que criou.

“Confortavelmente sentados” em um dos bancos da Praça das Bandeiras, onde recebeu a reportagem do Palhocense, Mauro exibe algumas de suas criações; bonecos como a onça Gaia, o cavalo Alecrim, a cadelinha Pérola, o “cachorro místico” Tigela e o popular Meia-Noite, que povoam um imaginário pueril em um mundo de faz de contas bem real e atual. Ele mesmo confecciona os bonecos, desenvolve as histórias e cria até mesmo a trilha sonora! Não e à toa que o artista se define como músico-compositor, poeta e estudante de teatro (há três anos, faz parte do renomado Grupo Teatral Os Bruxos da Corte). Une todas as vertentes da própria arte na criação de um universo peculiar, desenvolvido com a missão de conscientizar as pessoas sobre a importância da preservação ambiental.

O projeto tem um pouco de autorreferência, uma espécie de resgate das raízes, um reviver da infância, vivida na cidade de Jaraguá do Sul. Seu pai tinha um projeto de horta comunitária, que ele tentou implantar nas escolas de Palhoça - sem êxito, infelizmente. Mas não desanimou - até hoje planta e distribui mudas pela região. Apenas remodelou a abordagem, desenhando um projeto de educação ambiental através da arte. “Quis criar a minha própria arte, e eu tenho minhas raízes e a gente tem que fazer com que a nossa raiz, a nossa natureza, prevaleça”, pondera.

Foi esse trabalho com as mudas que inspirou a criação da música “O Choro das Matas” - mesmo nome do projeto socioambiental que arquitetou. A música foi escrita em 2014. Entre 2016 e 2018, a canção foi gravada em estúdio, e então, resolveu fazer um videoclipe. “Foi uma doideira. Levei quase um ano para poder concretizar isso aí”, diverte-se.

Obviamente, escolheu o Sul de Palhoça como cenário. “Eu moro no paraíso, não tem sentido fazer fora daqui”, justifica. O primeiro passo foi “reconhecer o terreno”, então, começou a fazer trilhas aos finais de semana para conhecer com propriedade lugares como o Morro do Cambirela, a Guarda do Embaú e o Vale da Utopia, que serviram de locação para o clipe. Enquanto percorria os caminhos serpenteados entre árvores, anotava tudo que pudesse ser importante. Depois, usou as anotações para criar um roteiro. As gravações, propriamente ditas, ocorreram em dois dias, em setembro de 2018, e duas semanas depois, o videoclipe já estava editado e pronto para encontrar seu espaço ao sol do mundo virtual. “A música é bonita, a letra também, mas o objetivo era poder impactar as pessoas com a imagem”, explica. E impacta, de fato. É mais um instrumento nessa arte educadora.

Uma arte que ele já está levando para escolas de Palhoça. Mauro conta que fez aulas de composição para violão (que toca desde 1992) e de musicalização infantil, justamente para trabalhar com as crianças, o futuro do planeta. “É mais uma brincadeira, é lúdico, não pode ser a mesma coisa que o adulto”, compara. Colégios como o Almerinda Edite, no Pachecos, e o Educare, no Centro, já “compraram” a ideia.

Mas Mauro também quer conscientizar os adultos, quer levar arte com consciência, para que entendam a importância da sociabilidade, de viver em sociedade, de batalhar pelo bem coletivo. E não precisa ser artista para entrar na onda. Ele mesmo tem sua vida profissional: é técnico têxtil e técnico em eletrônica industrial, e mantém uma oficina de veículos. A rotina profissional não o impede de sonhar com um mundo melhor. Afinal, é a arte que o faz respirar. “É uma coisa que faz a gente rever muitos valores e traz muita oportunidade de conhecer pessoas diferentes voltadas para o mesmo objetivo”, considera o artista ambientalista, que tem a intenção de promover uma parada cultural em Palhoça, tipo um festival, envolvendo poesia, música e teatro. O local já está escolhido: a Praça das Bandeiras. “Passo aqui há anos e sempre olho pra essas bandeiras e digo: que praça bonita, ela tem um charme, uma vibe diferente... Chama muito a atenção. Para mim, é um dos lugares urbanos mais bonitos de Palhoça”, sentencia.

 

Clique e confira o clipe de "O Choro das Matas"!

 



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