Cenas do cotidiano palhocense: buraco na calçada

Tampão quebrado oferece risco a pedestres bem no Centro da cidade

da96ea689bb636756a1e0f39c897cff8.JPG Foto: NORBERTO MACHADO

Em dezembro de 2016, o Palhocense alertava para o problema causado por um buraco na calçada, nas esquinas das ruas José Maria da Luz e Augusto Haeming, no Centro. Na época, populares improvisaram placas, indicando “Cuidado, armadilha” ou “Perigo, buraco aberto”, para alertar os pedestres. A Prefeitura informava que se tratava de tampões abertos por empresas de telefonia, e que a responsabilidade pela manutenção era dessas empresas.

Um ano e meio depois, e a reclamação continua. “É um problema que já se arrasta há mais de um ano, é algo muito grave”, observa João Luiz Medeiros.

João relata que o “remendo” feito no tampão foi quebrado por um caminhão, que passou por cima da calçada, e as tábuas improvisadas para tampar o buraco ficaram ali, quebradas. “Tem pessoas de 60, 70, 80, 90 anos que passam ali diariamente, mas aquilo ali bota em risco qualquer pessoa, nova ou velha”, diz João. “É uma coisa simples de resolver. Tentei telefonar 20 vezes para o secretário de Obras. Fui educado, mas não me atendeu. E não é uma reclamação minha, é do povo, várias pessoas estão indignadas com aquilo ali. Alguém tem que tomar uma atitude, isso precisa ser resolvido de qualquer forma”, solicita. 

 



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