Feira Livre volta à Guarda do Cubatão

Segunda edição será neste domingo (9)

06cc882f97b9200c3d57815f93e30eba.jpeg Foto: IGOR MIGUEL JONER/DIVULGAÇÃO

Neste domingo (9), a dica é visitar a 2° edição da Feira Livre da Guarda do Cubatão, que vai reunir arte, cultura e lazer em um dos bairros mais charmosos de Palhoça, às margens do rio Cubatão e aos pés do Morro do Cambirela. A programação começa às 9h e termina às 18h, em frente à Igreja Santo Anjo da Guarda. Terá música, brechós, artesanato, ônibus-biblioteca, produtos coloniais, cosméticos naturais e veganos, sebo e vinil, doação de animais e plantas, grafite, gastronomia, oficinas de pintura (para a criançada) e canto. Tem até arrecadação de tampinhas plásticas para o projeto de castração de animais.

“Estamos tentando resgatar a cultura dos palhocenses, trazer as raízes e fortalecer, acima de tudo, a comunidade e os artesãos regionais”, explica Sâmia Sand, uma das organizadores do evento. Sâmia, que mora na Guarda há cinco anos, conta que ela e a amiga Mirely Schmitz, nascida e criada no bairro, já tinham a ideia de fazer alguma coisa para proteger o rio Cubatão, o Cambirela, e organizar um movimento para tentar melhorar a qualidade de vida da comunidade, que cresce exponencialmente a cada ano e o poder público não consegue acompanhar esse crescimento com a oferta de infraestrutura. Como gostam de artesanato, a criação da feira foi uma ideia que surgiu naturalmente. “A gente pensou que uma feira aqui na Guarda poderia movimentar toda a comunidade e ela se unir novamente para tentar lutar pelo bairro, que é um bairro bom, que não tem criminalidade, é tranquilo, é lindo, tem os pássaros, o rio, o cambirela, cachoeiras... É um lugar perfeito para criar nossos filhos”, diz Sâmia, que tem dois filhos; Mirely tem um.

A primeira edição foi em julho, e a feira foi muito bem recebida pela comunidade. Tanto que ganhou uma segunda edição. E não vai parar por aí. “Vai ter uma edição em novembro e outra em dezembro. Queremos que a feira livre da Guarda se torne uma feira cultural. Que seja um patrimônio de Palhoça, um lugar para as pessoas se expressarem em forma de arte e proliferar sentimentos e sensações boas ao próximo, e também trocar conhecimentos”, projeta Sâmia.

 



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