Influenza: rede pública de PH não tem mais vacina

Ministério da Saúde liberou a vacinação para toda a população, mas estoque já havia praticamente esgotado com a vacinação dos grupos considerados prioritários

deff89af7701ce69c10c893092df9a85.jpg Foto: REPRODUÇÃO/INTERNET

Na última segunda-feira (3), o Ministério da Saúde anunciou a ampliação da vacinação contra a gripe influenza para a toda a população e a manutenção da vacinação para os grupos considerados prioritários. Em Palhoça, na segunda-feira ainda havia doses disponíveis; hoje, não existem mais. A alternativa para quem quiser se imunizar é procurar clínicas particulares.

Ao abrir a campanha de vacinação, o Ministério da Saúde prioriza o público-alvo, que são: trabalhadores de saúde; povos indígenas; mulheres até 45 após o parto; idosos, a partir dos 60 anos; professores; pessoas portadoras de doenças crônicas e outras categorias de risco clínico; população privada de liberdade, incluindo adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medida socioeducativa; funcionários do sistema prisional; além das gestantes e crianças de seis meses a seis anos.

A escolha dos grupos que receberão a vacina segue recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS). Essa definição também é baseada em estudos epidemiológicos e no comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe. Por isso, são priorizadas as populações com maior chance de complicações e óbitos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG).

O dia D de mobilização, em que postos de todo o Brasil ficam abertos, foi no dia 4 de maio. A meta nacional é vacinar 90% do público alvo em cada município. Em Palhoça, a Secretaria da Saúde vacinou 99% do público alvo. Foram aplicadas mais de 37 mil doses da vacina. O município tem apenas um caso registrado de paciente com o perigoso vírus influenza, segundo o último relatório da Diretoria de Vigilância Epidemiológica do Estado de Santa Catarina.

 



Tags:
Veja também:









Mais vistos

Publicidade

  • Banner-310x260.gif