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Internacionalização de SC

Artigo de Vinicius Lummertz, presidente da Embratur

c295c04dcf0b016b749495e3651129c3.JPG Foto: DIVULGAÇÃO

Por: Vinicius Lummertz* 

O programa do próximo governo não pode deixar de ter como prioridade a internacionalização do estado. Nosso estágio de desenvolvimento clama por esse projeto político e econômico de forma radical. Essa agenda tem acelerado de forma fragmentada, por meio de agentes desassociados e carece de posicionamento explícito. Santa Catarina tem a internacionalização na sua “genética socioeconômica”, desde o estado portuário dos primórdios ao estado europeu da colonização - que criou a intensa, bem-sucedida e diversificada industrialização da agroindústria, que ainda é nossa marca registrada.

A terceira fase dessa internacionalização, mais recente, deu-se nos períodos de governo Luiz Henrique, que lançou o estado ao mundo, indo captar instituições e empresas no exterior - transformando a guerra fiscal em política industrial, mudou o panorama portuário com o advento de Itapoá e Navegantes, e a expansão de São Francisco do Sul, Itajaí e Imbituba. Hoje exportamos mais de um US$ 1 bilhão. 

Porém, importamos mais ainda. Somos, agora, um estado de logística - o segundo mais competitivo do Brasil.

Devemos ir ainda mais fundo em busca das oportunidades internacionais. Na condição de presidente da Embratur, estive em Buenos Aires, Londres e Paris vendendo o Brasil e Santa Catarina, tanto como destino de viagens quanto de investimentos. O Brasil está de volta. Jornais como Clarín, Financial Times ou Le Figaro têm interesse no que temos a oferecer - nas entidades comerciais, como a Câmara de Comércio de Paris, ou mesmo na academia, caso do King’s College, em Londres, que tem um instituto dedicado ao Brasil. 

Ao governador eleito em 2018, caberá propor o quanto a internacionalização poderá enriquecer nosso povo e melhorar a vida de todos - e derrubar o principal obstáculo ao avanço: a insegurança jurídica. Aos agentes institucionais privados desta internacionalização, como Fiese e Fecomércio - agentes conscientes destas potencialidades -, cabe estabelecer a pressão. E, assim, apontar para cima, “over the rainbow”, como dizia LHS, sinalizando acima do arco-íris para afastar a possibilidade de prevalência de agendas miúdas e populistas. Devemos isto aos nossos jovens. Santa Catarina está preparada para seu destino internacional.

* Presidente da Embratur



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