Liberadas áreas de cultivo de moluscos em Palhoça

Produção havia sido interditada nas praias do Cedro e do Pontal

cdac1859c34ef6c02c91644887a0cf3d.jpg Foto: DIVULGAÇÃO

A Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca anuncia que todas as áreas de cultivos de ostras, vieiras, mexilhões e berbigões de Santa Catarina estão desinterditadas. Portanto, está liberada a retirada, comercialização e o consumo destes animais e seus produtos, inclusive nos costões e beira de praia.

Desde quinta-feira (30), oito áreas de cultivo de ostras e mexilhões de Santa Catarina estavam interditadas devido à presença de ficotoxinas DSP, conhecida como toxina diarreica, nas amostras de mexilhões. A partir de hoje, está liberada a retirada e comercialização nas localidades de Ilha João da Cunha, Araçá e Perequê (município de Porto Belo); Freguesia do Ribeirão, Costeira do Ribeirão, Caieira da Barra do Sul e Taperinha do Ribeirão (município de Florianópolis); e Praia do Cedro e Praia do Pontal (município de Palhoça).

A desinterdição das áreas de cultivo acontece após dois laudos negativos e consecutivos assegurando que não há presença de DSP nos moluscos analisados – garantindo a segurança alimentar dos produtos.

 

Monitoramento da Maricultura

Santa Catarina é o único estado do país que realiza o monitoramento permanente das áreas de cultivo através do Programa Estadual de Controle Higiênico Sanitário de Moluscos. Esse programa existe em todos os países que possuem uma produção expressiva de moluscos, e é um dos procedimentos de gestão e controle sanitário da cadeia produtiva.



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