Palhoça recebe semifinal da Copa Sul

Dois jogos, um no masculino e outro no feminino, acontecem neste domingo (30), na Arena R1, na entrada do Rio Grande

2c2756ca20ff85da6fe771df5515d469.jpg Foto: DAVI JOÃO/DRONE JPP

A Arena R1, localizada no Firenze Business Park, na entrada do Rio Grande, será palco de dois jogos da semifinal da Copa Sul de futebol sete, neste domingo. Às 15h30, o time feminino do Figueirense enfrenta as paranaenses do Fênix Fut7; e às 16h30, no masculino, a Chapecoense encara o Coritiba. A entrada é gratuita.

Esta é a segunda fase da competição. A primeira etapa foi disputada em julho, em Curitiba (PR). Caso os dois times catarinenses superem os adversários neste domingo, a grande final da Copa Sul também deve ser disputada em Palhoça.

As duas equipes contam com atletas que moram em Palhoça. No masculino, o goleiro Rodrigo Rocha espera fechar o gol da Chapecoense em mais um grande desafio. O Coritiba é o atual campeão da Liga das Américas, disputada em agosto, em São Paulo. Na final, os paranaenses bateram o Corinthians, que havia justamente vencido o Verdão na semifinal, por 4x3 - o time catarinense foi o terceiro colocado na competição. No ano passado, nas quartas de final do Mundial, a Chapecoense venceu o Coritiba no shoot out (uma espécie de cobrança de pênalti), depois de empatar em 2x2 no tempo normal. “O time deles é bom”, elogia o goleiro.

Se superar o Coritiba, a equipe de Rodrigo Rocha vai encarar outro time paranaense, o Clube Atlético Jardim das Américas (Caja), na grande final. O Caja venceu o Atlético-PR na outra semifinal. A competição é considerada muito importante, já que o vencedor da Copa Sul garante vaga no Mundial, em dezembro. “Esta é a esperança, conseguirmos esta vaga”, projeta Rodrigo Rocha, que vai jogar em casa, literalmente.

Além de atleta, Rodrigo é proprietário da Arena R1. O goleiro já atua na mesma equipe há três anos, mas a parceria com a Chapecoense só veio no ano passado (antes, representavam o Metropolitano, de Blumenau). “Hoje a gente representa a Chapecoense, com a autorização deles, com escudo do time e tudo, e é muito difícil conseguir, porque eles prezam muito lá pela marca. Temos tudo documentado, tudo certinho”, diz o goleiro. “É uma marca muito forte, por tudo o que aconteceu ultimamente também”, avalia.

Forte, também, tem sido o crescimento do futebol sete nos últimos anos. A cada ano, surgem novas competições e o esporte ganha mais visibilidade. Tanto no masculino quanto no feminino, para a alegria de jogadoras como a moradora de Palhoça Bruna Silva, que joga no Figueirense e na Seleção Brasileira (Rodrigo Rocha também integra a equipe canarinho).



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