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Prefeito cobra soluções para o trânsito

Em reunião com representantes da ANTT e da Autopista sobre o Contorno Viário, Camilo Martins pede celeridade no andamento das obras

5d2a8c6a5371539d380005298106d054.jpeg Foto: NAGIB DE PIERI/DIVULGAÇÃO/PMP

O prefeito de Palhoça, Camilo Martins, participou de uma audiência com o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Mário Rodrigues, prefeitos, deputados e representante da Arteris Litoral Sul, na manhã de segunda-feira (25). Na ocasião, reforçou as solicitações de importantes obras rodoviárias para a cidade e a região. A reunião foi promovida pelo Fórum Parlamentar Catarinense, na Federação Catarinense de Municípios (Fecam), em Florianópolis.

A reunião foi marcada para cobrar uma posição das autoridades federais sobre as obras do Contorno Viário, cuja conclusão, marcada para 2012, foi adiada mais uma vez, para 2022. No encontro, a ANTT anunciou que o prazo foi revisto para dezembro de 2021 – uma redução de três meses. Pelo planejamento inicial, a construção de 51,4 quilômetros entre Governador Celso Ramos e Palhoça já deveria estar pronta desde 2012, mas a obra só foi iniciada em 2014 e já consumiu R$ 915 milhões.

Para o prefeito Camilo Martins, esse atraso está provocando danos irreversíveis às cidades da região, principalmente Palhoça, São José, Florianópolis, Biguaçu e Santo Amaro da Imperatriz, não apenas pelos transtornos causados no sistema viário, mas também porque retarda o desenvolvimento.

O prefeito lembrou que o aplicativo Waze classificou a Grande Florianópolis como a região com a pior mobilidade do país e disse que o atraso das obras do Contorno Viário “é algo inaceitável, que vem provocando a revolta da classe política, de empresários e da população em geral”.

O prefeito de Palhoça disse que estão crescendo, na região, movimentos que planejam a adoção de medidas drásticas, caso as autoridades federais não adotem soluções para acelerar os trabalhos. “O sentimento de revolta da população tem fundamento. Empresários deixam de produzir ou têm dificuldade para escoar a produção das empresas, as pessoas perdem compromissos, chegam atrasadas ao trabalho. Uma viagem entre Palhoça e Florianópolis, numa distância de pouco mais de dez quilômetros, está consumindo mais de uma hora e meia. Essa imobilidade furta o bem mais precioso das pessoas, que é o tempo”, declarou.

Para amenizar o que qualificou como “situação insustentável de mobilidade”, Camilo Martins focou num “plano B” e voltou a reivindicar obras federais entre Palhoça e municípios vizinhos, como uma terceira pista na BR-101, até São José, e uma faixa exclusiva de ônibus na marginal entre Palhoça e Florianópolis, e também entre Biguaçu e Florianópolis, além de uma terceira pista na Via Expressa, entre a BR-101 e as pontes Colombo Salles e Pedro Ivo. “São medidas necessárias, para minimizar os danos sociais causados pela demora nas obras do Contorno Viário. Soluções práticas, como foi a do Morro dos Cavalos”, enfatizou Camilo Martins.

O prefeito considera a demora da concessionária Autopista Litoral Sul e a omissão da ANTT falhas muito graves, porque a concessão foi o instrumento utilizado para dar agilidade às obras do Contorno Viário. Há um contrato assinado entre as partes. “Se isso estivesse acontecendo em outro país, os administradores públicos e as empresas envolvidas, seja por falta de ação ou omissão, já teriam sido multados e até sendo penalizados na Justiça”, alegou.



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Créditos: NAGIB DE PIERI/DIVULGAÇÃO/PMP NAGIB DE PIERI/DIVULGAÇÃO/PMP
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