Pinheira vai sediar etapa do Catarinense de SUP

Praia de Baixo será o palco do encerramento do Circuito Estadual de stand up paddle, em dezembro

da25c8abcc25e5d260e3b8b4c47a5b58.jpeg Foto: ARQUIVO PESSOAL

Palhoça vai entrar de vez no calendário dos esportes náuticos com a agenda de eventos programadas para o final de ano. Além de confirmar a disputa do Campeonato Sul-Americano e Brasileiro de Windsurf Slalom, entre outubro e novembro, a Fundação Municipal de Esporte e Cultura garantiu, nesta semana, apoio à realização da quarta e última etapa do Circuito Catarinense de Stand Up Paddle (SUP) Race de 2019, que vai acontecer na Pinheira, nos dias 7 e 8 de dezembro.
A vinda da etapa de encerramento do circuito para Palhoça é obra do competidor Luiz Ricardo Versal, que disputa o Catarinense. “Eu saio daqui para competir em um monte de lugar, e aqui não tem, então por isso eu quero trazer esta etapa para a Pinheira”, diz Luiz Ricardo, que disputou as duas etapas do Catarinense deste ano, ambas realizadas em Itapema (SC). A terceira etapa será disputada no dia 9 de novembro, na barragem do rio São Bento, em Siderópolis (SC). E Palhoça receberá o evento final, com a expectativa de receber cerca de 100 competidores.
O local escolhido é a Praia de Baixo, na Pinheira, por ter um mar com água mais calma. “Este evento vai ser bom para Palhoça e para o comércio”, projeta o atleta, que é da Ponte do Imaruim e tem casa na Pinheira - portanto, vai competir no “quintal de casa” na última etapa do Circuito Catarinense.
Luiz Ricardo começou a surfar de stand up (na modalidade conhecida internacionalmente como “wave”, palavra em inglês que significa “onda”) e descobriu que em Itapema havia um movimento muito forte de competidores, que se reuniam para organizar eventos e competições da modalidade “race” (“corrida”, em inglês). Começou a competir “só para experimentar”, em 2017, e dali em diante não parou mais. No ano passado, terminou o circuito em quinto lugar. “Ano passado eu ainda estava brincando, indo nos campeonatos, mas agora eu estou encarnadinho”, brinca o atleta, que compete na categoria fun race, com provas de quatro quilômetros. Acima dessa categoria, estão a race amador, com corridas de 8km e a race pro, com percurso de 12km.
O frio do inverno não tem permitido estabelecer uma rotina de treinos, mas assim que o tempo melhorar, Luiz Ricardo deve começar a preparação para as duas últimas etapas da temporada. Quem sabe consiga resultados expressivos como o primeiro lugar conquistado no evento Row to Win, disputado em maio, em Itajaí (SC). Em um mar “gigante” (tanto que o percurso foi reduzido e a prova dele teve “apenas” 1,5km), usou a experiência na modalidade wave para passar a rebentação com tranquilidade e conquistar o título na categoria fun race.


Stand up paddle

Basicamente, o esporte consiste em remar em pé sobre uma prancha. Existe a modalidade “wave”, semelhante ao surfe, e “race”, uma espécie de corrida

Os primeiros registros expressivos da prática do SUP são de meados da década de 1940, no Havaí

No Brasil, o esporte se popularizou a partir de 2005, e em 2009 foi criada a Confederação Brasileira de Stand Up Paddle (CBSup)

Em Santa Catarina, a Federação Catarinense de Stand Up, uma das federações fundadoras da CBSup, realiza o maior circuito estadual do Brasil desde 2015

Em 2019, a modalidade estreou em Jogos Pan-Americanos, em Lima, no Peru, e o Brasil faturou medalhas, como o ouro de Lena Guimarães, a prata de Vinnicius Martins e o bronze de Nicole Pacelli



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