Adjori/SC
Nascer e Morrer com dignidade
24/2/2011 10:31:00
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Quando contemplo o universo percebo a invisível manifestação daqueles que sofrem.
Quando contemplo o universo percebo o visível dos homens que oprimem sem causa.
A justiça vagueia nas praças, concebendo em gritos de dores o seu desejo intenso de ser verdadeira.
Pessoas opressoras usam máscaras e falam de justiça, mas calam teus gritos, ó justiça, com poder de atos contra outros homens.
Que és tu, ó justiça, que se perde com homens envoltos em muitas palavras vãs.
Querias ver-te livre, ó justiça, para cumprir tua missão na terra.
A vida é um mistério, e os homens escondem suas verdadeiras motivações para dizer o conveniente que convence aqueles que no caminho buscam a esperança para viver, porém, não se levantam tão oprimidos estão.
Levanta-te, ó homem, e lute pela tua alma como fazes para nascer,
Precisa libertar-te da pressão que anseia ação.
Para nascer ou para morrer, que seja pela dignidade de manter em si o valor maior de ser pessoa.
Quisera eu ser tua força, mas não permites, porque me calas ao cerrar teus lábios e tuas palavras ao consentir com homens que usam o poder para destruir teus sonhos.
Levanta-te e prossegues porque melhor a luta pela dignidade do que a morte da alma que consente com a injustiça dos opressores.
 
Marise Fátima Andreatta, escritora, Especialista em Direitos Humanos e Cidadania

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