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Abaixo-assinado para a permanência de Vilmar Godinho no Vale da Utopia tem milhares de assinaturas

A petição virtual repercute um processo que segue em tramitação

f9e50c2006988434bcc6d17997dd8531.jpeg Foto: ARQUIVO

Mais de 2,3 mil pessoas já participaram de um abaixo-assinado virtual criado para defender a permanência de Vilmar Godinho em uma caverna no Vale da Utopia. Criada neste mês de março, a petição online se posiciona a favor do homem que vive há cerca de 36 anos no local.

Organizado por moradores da região sul de Palhoça e apoiado por entidades locais, o abaixo-assinado está disponível através de link:https://c.org/qZtJdRxtLp.

“Entendemos que sua permanência representa um exemplo concreto de convivência sustentável dentro de uma unidade de conservação, além de possuir relevante valor educativo, ambiental e cultural”, diz a organização. 

A mobilização virtual surge em meio à repercussão do caso de Vilmar Godinho. Após mais de três décadas vivendo em meio à natureza, ele pode ser retirado do Vale da Utopia por conta de uma ação judicial acompanhada por órgãos ambientais.

Entenda o caso

Nascido no Rio Grande do Sul, Vilmar afirma ter chegado no Vale da Utopia há cerca de 36 anos. Ele se estabeleceu em uma caverna e, desde então, vive no local. Morando nesse cenário paradisíaco, Vilmar fez muitos amigos. Ali, ele diz ajudar na preservação da natureza e, inclusive, já organizou mutirões de recolhimento de lixo.

Há cerca de uma década, essa situação começou a ser ameaçada por uma ação judicial. Isso porque o perímetro onde vive faz parte de uma área de preservação ambiental. Geograficamente, o espaço integra o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro (Paest). 

Mas foi recentemente que essa ação ganhou novos capítulos. Isso porque o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) chegou a propor um acordo que permitiria que Vilmar permanecesse na área sob determinadas condições.

Em contraponto, o Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA/SC) teria se manifestado de forma contrária à permanência dele no local. O órgão é responsável pela fiscalização da área. 

“O IMA apresentou a Manifestação Técnica, na qual pontuou que algumas das cláusulas da proposta, como a permanência no local, o uso de fogo (fogão a lenha) e a coleta de recursos naturais, não encontram amparo nas normas que regem o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, Unidade de Conservação de Proteção Integral criada pela Lei Estadual nº 14.661/2009”, informou o IMA à reportagem. 

O processo segue em andamento. Em paralelo, a equipe de jornalismo do Palavra Palhocense acompanha o caso.



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