6cb0a67b4b4fef36973a7ff8825fbde3.jpeg Operação do Bope apreende armamentos e grande quantidade de drogas no Morro do Gato

0ac3a0835b41e5b16caff3b32ff14882.jpg Com adesão recorde, Santa Catarina encerra maior simulado de desastres do Brasil

813ef60090e1b47463a99f8adb44bc00.jpeg IMA descarta poluição como causa da morte de peixes em Palhoça

8303186e49e5e2826970710239a3acb2.jpeg Escritórios de contabilidade são surpreendidos com autuações que ultrapassam R$ 300 mil em Palhoça

608a09476df945d09c3d51a379a0f46a.jpeg Cuidado e arte: pintura gestacional é oferecida a gestantes de Palhoça

452d7b2221ac94714721c3a11b48eac6.jpeg Filme palhocense ‘Presente’ terá sessões gratuitas em diferentes pontos da cidade

8e7014fb432b9e4e96130d5d5b12af18.jpeg Palhoça tem programação para todos os públicos, em diversos pontos

77577611f48e142ca7b3afc143f1716f.jpeg Amaro Junior celebra os 98 anos de fundação do Guarani de Palhoça com festa e inauguração de quadra

3460b75d46c7d95d023ba991e14b128e.jpeg Jiu-jitsu ao alcance de todos: projeto social oferece aulas em dois núcleos em Palhoça

815e2c79201e1010aef78b887dc69bce.jpeg Marcos Túlio: atleta com história em Palhoça e carreira internacional é destaque na Gulf Magazine

5d1bfe561a323a8ef4a74296acdf7c26.jpeg Por que é fundamental ter caixas dʼágua adequadas em cidades litorâneas como Palhoça?

02939a73093d48a6c0a43611d17cd488.jpeg Clientes ajudam a melhorar serviços da Águas de Palhoça respondendo à Pesquisa de Satisfação

a62d71eacd620a8b2ddf86663168c46f.jpeg Águas de Palhoça reforça a importância da caixa padrão para os hidrômetros

da66a669635433d02234aeb153528297.jpeg Boia da caixa d'água: um pequeno componente com grande importância

Evento da família Knabben contará histórias da imigração da família, vinda da Alemanha

Encontro acontece neste sábado (9), no salão de festas da Associação de Moradores do Residencial Probst

d1791fe500125abfd313ff80a08481d0.jpeg Foto: ARQUIVO DA FAMÍLIA

Por: Willian Schütz

 

Tudo começou com uma carta. Em 1989, Jurandir Knabben teve acesso a uma carta escrita pelo avô, José Knabben, em 1921. O texto resume a vinda da família da Alemanha para o Brasil, no final do século 19. Historiador e curioso, Jurandir começou a reunir informações sobre a família, seu antepassados e descendentes. O resultado dessa pesquisa será apresentado neste sábado (9), em um evento da família Knabben, em Palhoça.

As origens da família Knabben no estado de Santa Catarina se entrelaçam com a história da imigração alemã nos séculos 19 e 20. Na chegada ao Brasil, a família se ramificou e se espalhou pelo sul e além. Sem dúvidas, é muita história para contar. Prova disso é o próprio Jurandir, que passou décadas pesquisando sobre o assunto. 

Boa parte dessa história será recontada no encontro dos familiares, marcado para este sábado (9). A festa será privada, no salão de festas da Associação de Moradores do Residencial Probst, em Palhoça. O evento conta com a organização de Elisiane Knabben.

Para a festa, são esperadas cerca de 60 pessoas, descendentes de Peter Knabben — um dos pilares da família, que se ramificou no século 20. No entanto, segundo Jurandir, o número de pessoas que descendem daquela primeira geração que chegou ao Brasil em 1880 é surpreendente. A contagem também será revelada no evento deste sábado. 

A festa também contará com o lançamento do livro de cordel escrito por Neusa Bernado Coelho, presidente da Academia de Letras de Palhoça. Alguns desses textos são inspirados na carta de José Knabben. 

 

A história

A carta datada de 1921 foi muito importante para isso tudo. O documento encontrado pelo historiador detalha a vinda da família da Alemanha para o Brasil, um marco que se deu no final do século 19. Desde então, Jurandir mergulhou em registros históricos, relatos orais e documentos para reunir informações sobre a genealogia dos Knabben, trabalho que culmina agora com este evento.

Essa história inicia em Monheim, às margens do rio Reno, de onde Werner Knabben, com sua esposa, Anne Christine, e seus quatro filhos, além da nora, Anna Kühnen, e do neto, Werner, partiram em busca de uma nova vida. A travessia os levou de trem até Antuérpia, na Bélgica, onde embarcaram no navio a vapor Kronprinz, que fazia escala nas ilhas dos Açores para reabastecimento antes de seguir rumo ao Rio de Janeiro. A viagem durou cerca de 60 dias e foi marcada por dificuldades, incluindo alimentação restrita a biscoitos.

Após uma breve estadia de oito dias no Rio de Janeiro, a família seguiu para Desterro (atual Florianópolis), que na época contava com uma população de 200 mil habitantes. Ali, Mathias Knabben, irmão de Werner e pioneiro da família no Brasil, aguardava com amigos para ajudar no transporte até Palhoça. O trajeto prosseguiu por caminhos precários, de lancha até o porto de Palhoça e depois por uma trilha carroçável, levando cerca de oito horas até Santo Amaro da Imperatriz e Teresópolis, onde pernoitaram na casa de Alberto Prost.

A família de Werner se estabeleceu em Morro Chato, local de muitos morros e pouco favorável à lavoura. Mais tarde, mudaram-se para Nova Alemanha, uma área que hoje pertence a Armazém, onde Werner e Anne Christine faleceram e foram sepultados. Seus filhos seguiram diferentes trajetórias: Pedro foi para Rio Fortuna; Catharina se estabeleceu em São Martinho; Anna Maria viveu em Pedras Grandes e São João do Sul; Maria Anna mudou-se para Aurora, enquanto José escolheu Gravatal.

 

Registro no digital

A história completa está disponível online, assim como outras informações e curiosidades sobre a família Knabben. Para conferir, basta acessar o site www.knabben.com.br. No mesmo site, é possível ler a carta que motivou as pesquisas de Jurandir.



Galeria de fotos: 5 fotos
Créditos: ARQUIVO DA FAMÍLIA ARQUIVO DA FAMÍLIA ARQUIVO DA FAMÍLIA ARQUIVO DA FAMÍLIA ARQUIVO DA FAMÍLIA
Veja também:









Mais vistos

Publicidade

  • ae88195db362a5f2fa3c3494f8eb7923.jpg