d2befb5a6ee8a7984f82c73fc376a3ba.jpeg Safra da tainha começa nesta sexta-feira (1) em Palhoça

f18aa1b76a50a233aff6cd946a2a612e.jpeg Campanha de conscientização sobre representatividade política traz dados sobre eleitorado de PH

a90ccf2213cb6dc2a1dc860ca5947f31.jpeg Encontro com lideranças do Frei Damião leva informações sobre projeto de abastecimento de água

ad6d7811e416e07261395cdc23e2fd1d.jpeg Vereador Mário Cesar Hugen apresenta indicações de março e abril

caf16dd0acdda16fd194476c4d9f4723.png Juninho comemora liberação de R$ 500 mil para pavimentação de rua importante no Jardim Eldorado

014e13578d4df6702c3a1f6bda0f38c3.jpeg A 12ª Feira Home&Decor chega a São José com preços de fábrica e tendências de personalização

05ceaeecece8d27ae011d9eab7b8dcd2.jpeg NICH BURGERS, de Palhoça, se destaca no maior tour gastronômico da América Latina

f917ac5f79df9cfd25c6530f887eb6e1.jpeg Presença maciça do público consolida o sucesso do 2º Rodeio Palhoça

db8fdcabc0c4232bfa716facec451e4a.jpg Instituto Vó Francisca promove manhã gratuita de lazer e cultura no Alto Aririú, no sábado (2)

48d0ac89acf1839b344cac7cd10d33b1.jpeg Atleta de 13 anos conquista título europeu de jiu-jitsu e coleciona troféus

39fcf951f2cd020738d8e535ab8f34b5.jpeg Referência mundial no aikido ministra seminário em Palhoça

ea848fa9d2a8cc8cb09e6303002d7a0e.jpeg Guarani leva gol no último minuto e perde na estreia na Série B do Catarinense

d45dd9f9879349445ccdb98ca157411b.jpg Palhoça recebe competições de jiu-jitsu e taekwondo

8fb6a663cde4b02a7c9d15bedbabf297.jpeg Saneamento é importante para a redução das desigualdades sociais

df5d5ff3b11b88d0ffef72fe1292e8c6.jpeg O saneamento é a chave para proteger a água que não vemos

864bb080524f53cb6f63c54ec9d4b6f9.jpeg Como a iniciativa privada pode transformar o saneamento básico no país

bf95350ffa78af67a89b6776da8f2ae6.jpeg Comprou ou alugou? Atenção à titularidade do cadastro da ligação de água

616911134d1c0068b4f9bcee89653ead.jpeg Vazamentos internos: é possível evitar o desperdício de água e aumento no consumo em PH

A beleza dos músculos

Não é de hoje que Palhoça é referência em fisiculturismo. Nossos atletas costumam conquistar bons resultados em competições estaduais e nacionais

fcd1f456a1f4f237755b50af40f8dae8.jpg Foto: DIVULGAÇÃO

Não é de hoje que Palhoça é referência em fisiculturismo. Nossos atletas costumam conquistar bons resultados em competições estaduais e nacionais. No Sardinha Classic 2019, disputado em Balneário Camboriú, entre 20 e 22 de setembro, não foi diferente. Atletas como Daniel Vieira e Alcides José da Silveira Neto tiveram destaque no evento, que contou com 562 competidores e a presença de 4.126 espectadores nos dois dias de apresentações.
O Sardinha Classic é promovido pela Pro League Santa Catarina, vinculada à Federação Internacional de Fisiculturismo (IFBB), e distribui vagas para a etapa nacional do prestigiado Arnold Classic, competição anual que homenageia o ator e fisiculturista Arnold Schwarzenegger. O Arnold Classic Brasil será disputado em São Paulo, em abril de 2020. “Já comecei minha preparação, pois tenho seis meses e passa rápido para um atleta desse esporte. Muitas vezes esse tempo é curto, pois trabalhar com o corpo, com o organismo, exige muito cuidado”, reflete Daniel, que está correndo atrás de patrocínios para bancar os custos da participação no evento.
Daniel foi criado na Ponte do Imaruim, onde mora. Desde pequeno, gostava do fisiculturismo. “Como não podia ir pra academia, treinava em casa com pesos feitos com latas de tinta cheias de cimento”, relembra. Ele conta que era muito magro e costumava ser “zoado” na escola. “Sorte que na época não existia bullying”, diverte-se. A diversão ficou séria aos 20 anos, quando começou a buscar informações sobre o fisiculturismo. Com 23 anos, o treinamento intenso levou às primeiras oportunidades de competir, mas preferiu esperar. “Tem que ter um bom tempo de treino para ter uma massa muscular formada. Hoje em dia, muitas pessoas começam a treinar e já querem competir, e isso é errado, porque você só terá uma massa formada para competir após uns cinco anos”, receita.
O Sardinha Classic foi sua primeira competição, e mesmo competindo com atletas de alto nível, chegou ao top4 da sua categoria dentro da modalidade men’s physique. “Pra mim, é como se ficasse em primeiro, por conta de competir ao lado de atletas de alto nível”, diz o fisiculturista, que foi auxiliado pelo coach Felipe Marques. “Esse esporte é o mais insano que existe, por conta de você cortar alguns alimentos e muitas vezes não poder tomar água”, define o atleta.
Alcides também descreve as dificuldades que a rotina de treinos impõe, principalmente na reta final de preparação, quando tudo é calculado milimetricamente, da dieta à “malhação”. O atleta mora em Palhoça e trabalha em um banco em Florianópolis, mas ainda assim encontra tempo para se dedicar ao fisiculturismo, à família e aos estudos (é formado em Administração, está na quarta fase de Educação Física e faz pós-graduação em Metabolismo e Emagrecimento). É ativo nas redes sociais, onde dá dicas e ajuda quem está começando, orientando com relação aos meandros do body building. E tem muito detalhe até chegar ao palco de uma competição.
O quinto lugar na sua categoria, na modalidade classic physique novice (destinada a atletas menos experientes), logo em sua segunda competição, coroou um trabalho de muitos anos esculpindo o corpo. “Eu era gordinho e me sentia muito mal. Ninguém nunca riu de mim, nunca sofri bullying, mas me sentia muito mal, desde sete, oito anos. Eu só jogava bola em time que tinha camiseta, não tirava camiseta de jeito nenhum”, relembra. Foi jogando futebol que ele machucou o joelho e precisou passar por uma cirurgia, aos 14 anos. Aí, parou de fazer atividade física e entrou em depressão. Como precisava fazer academia para fortalecer a musculatura da perna por causa da lesão no joelho, Alcides se espelhou em sua madrinha, que havia começado a fazer dieta, e decidiu levar a sério a rotina de malhação aliada a uma alimentação controlada.
Criou gosto pelo body building, mas não pensava em competir. Até que um amigo sugeriu que ele tinha um corpo com desenho apropriado para a competição. Procurou um treinador e o plano foi traçado: em um ano, estaria no palco. Mais do que isso: teria o esforço reconhecido. Assim que recebeu a medalha de quinto lugar, correu até a namorada, que é uma das suas maiores incentivadoras. “Quando fui mostrar a medalha pra minha namorada, ela estava chorando um monte. Claro que a gente queria o primeiro lugar, mas só de ver toda a preparação e ver que a gente chegou realmente como a gente queria, que era dar o máximo nosso, aquilo ali já foi muito bom”, destaca.

 



Galeria de fotos: 3 fotos
Créditos: DIVULGAÇÃO DIVULGAÇÃO DIVULGAÇÃO
Tags:
Veja também:









Mais vistos

Publicidade

  • ae88195db362a5f2fa3c3494f8eb7923.jpg