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Em busca de índices

Em ano olímpico, paratletas de Palhoça vão disputar a etapa regional do Circuito Brasil Loterias Caixa, no Espírito Santo

a65308baf658955830bf1e76f44a4e95.jpeg Foto: ARQUIVO PESSOAL

Paratletas de Palhoça vão participar do Circuito Brasil Loterias Caixa, que chega a Vitória (ES) neste fim de semana, dias 8 e 9 de fevereiro. A competição vai receber mais de 400 atletas de 11 estados do país para as disputas de atletismo e natação.

Realizado desde 2005, o Circuito Brasil Loterias Caixa é organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e patrocinado pelas Loterias Caixa. Considerada o mais importante evento paralímpico nacional de atletismo, halterofilismo e natação, a competição é composta por quatro fases regionais e duas nacionais, e tem como objetivo desenvolver as práticas desportivas em todos os municípios e estados brasileiros, além de melhorar o nível técnico das modalidades e dar oportunidade para atletas de elite e novos valores do esporte paralímpico do país, a partir dos 14 anos. Em 2019, o Circuito reuniu mais de 2 mil atletas de todo o país.

Além dos atletas dos três estados da região Sul (Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina), a etapa regional Rio-Sul também receberá competidores do Espírito Santo e do Rio de Janeiro. Em 2019, esta fase do Circuito Brasil Loterias Caixa foi realizada na capital paranaense, Curitiba, e contou com 475 atletas de atletismo, halterofilismo e natação. Os atletas que alcançarem os índices estabelecidos pelo departamento técnico do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) nas regionais vão garantir participação nas etapas nacionais do Circuito Brasil Loterias Caixa. “Estamos em ano de Jogos Paralímpicos e essas são oportunidades para os atletas que pleiteiam vagas atingirem os índices”, comentou o diretor técnico do CPB, Alberto Martins.

É o caso do atleta da Pedra Branca Cleomar da Silva, que disputa a competição na classe F37. “A regional Rio/Sul é o primeiro passo para estar na Paralimpíada 2020, no Japão. Lutarei para buscar o índice que classifica para o Brasileiro, e com isso estarei brigando por uma vaga na Seleção Brasileira Paralímpica”, comenta Cleomar, que vai disputar três provas de campo: arremesso de peso e lançamentos de disco e dardo.

Já o morador do São Sebastião Geraldo Rodrigues, na classe F38, tem pretensões mais modestas para este início de ano. Um ano diferente. Até então, Geraldo vinha “conhecendo”, ainda, os meandros do paratletismo. Mas desde os Jogos Paradesportivos de Santa Catarina (Parajasc), em 2019, percebeu que pode evoluir ainda mais no esporte. “Ano passado eu não imaginava que eu iria conseguir dar um pulo, quando eu poderia imaginar que eu consigo dar um pulo e um giro? Então, estou bem impressionado comigo, de repente um potencial que o pessoal já via em mim antes, eu estou começando a descobrir agora. Até então, eu estou fazendo porque eu gosto, mas lá no fundinho, estou começando a achar que eu levo jeito para o atletismo”, destaca.

O atleta de Palhoça já percebe uma evolução gigantesca. “Nesses últimos quatro meses, desde o Parajasc, eu consegui evoluir um pouco a minha mobilidade. Consigo pular um pouco, girar, tô com uma consciência corporal maior, graças às minhas aulas de personal trainer com a Milena Brites, na academia Live”, comenta Geraldo. “O treinador da UCA (União Catarinense de Atletismo), de São José, o José Torres, é muito paciente e está ensinando passo a passo, primeiro a posição dos pés, depois os giros, os saltos, então, eu evoluí bastante, muito mais do que eu esperava que eu fosse evoluir”, acrescenta.

Geraldo comprou até uma sapatilha especial de arremesso, importada, para competir em 2020. Mas só espera um resultado expressivo nas provas que disputa (arremesso de peso e lançamentos de disco e dardo) no final do ano. “Essas são as provas do Parajasc que eu já tenho marca. Pretendo bater as marcas, vamos ver. Hoje sou o oitavo do ranking brasileiro. Minha expectativa real, acho que desta seletiva eu volto em sexto ou em quinto. Gostaria de voltar em primeiro, mas a gente tem que ter noção da realidade. No final do ano, aí sim, pretendo disputar o pódio”, projeta.



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