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Nas mãos da Fera

Aos 15 anos, Léo Weiss passa a treinar com Kelson Pinto, visando à Olimpíada de Paris, em 2024

05d12725ec4fa947ef14b518e9406c06.jpeg Foto: DIVULGAÇÃO

O jovem pugilista palhocense Leonardo Sadi Weiss iniciou um novo período de treinamento em julho, mês em que completou 15 anos de idade. Com o objetivo de buscar uma vaga na Seleção Brasileira que vai disputar a Olimpíada de 2024, em Paris, na França, Léo passou a trabalhar com o experiente Kelson Pinto, que treina os atletas da DS Team e mantém um projeto social no centro comunitário do bairro Bela Vista, em São José.

“Acompanho a carreira do Kelson Pinto há anos, e com minha amizade com Kevin Souza, pude conhecer mais de perto o Kelson, e com isso cresceu a chance dele treinar e conduzir a carreira do Léo junto com o nosso treinador, Charles Quintana, passando experiência ao Léo e ao Charles”, comemora Rodrigo Weiss, pai da jovem promessa do boxe palhocense.

Kelson tem um currículo invejável no boxe, tanto no amador quanto no profissional. No amador, foram 94 vitórias em 98 lutas, com direito a uma medalha de prata nos Jogos Pan-Americanos de Winnipeg, no Canadá, em 1999, e participação na Olimpíada de Sydney, na Austrália, no ano seguinte. Já o cartel profissional conta com 32 lutas e apenas uma derrota, justamente na disputa do título mundial pela WBO em 2004, quando perdeu para o portorriquenho Miguel Cotto, na categoria até 64kg.
Quando parou de competir, Kelson não abandonou as luvas. A “Fera”, como era chamado pelo saudoso narrador Luciano do Valle, passou a ensinar todos os truques da nobre arte a jovens pugilistas e também a boxeadores experientes, no Brasil e nos Estados Unidos, onde orientou os “gladiadores” da American Top Team, entre 2016 e 2018.

“Essa parceria será muito forte, pois Léo está a cinco anos do nosso maior desafio e propósito, a conquista da tão sonhada vaga olímpica para Paris, em 2024. Com a experiência de Kelson de ser um ex-atleta da Seleção, medalha de prata no Jogos Pan-Americanos, isso vai facilitar”, destaca Rodrigo. O próprio Léo já começou a sentir a evolução nos treinos. “Já dá pra ver que eu tô evoluindo bem, já dá pra perceber nos treinos que a mão está encaixando mais, está indo mais forte, estou soltando um volume maior de golpes nos treinos também, e estou me movimentando mais. O Kelson sempre tenta observar os detalhes mínimos que acabam ajustando a minha movimentação. Os treinos estão muito produtivos”, celebra Léo Weiss. “O resultado já é visível, Léo respondeu rápido e a adaptação foi fantástica”, destaca Rodrigo. 

Depois das orientações dentro do ringue, Kelson Pinto passa, pelo menos, 30 minutos depois dos treinos conversando com o jovem pupilo. O treinador fala do seu passado e de como tudo aconteceu na carreira dele, já antecipando tudo o que Léo vai enfrentar em sua trajetória no mundo do boxe. “Kelson chega na hora certa, pois Léo está com 15 anos e agora começa a ganhar corpo e força, e com as correções técnicas do Kelson, Palhoça terá um atleta olímpico forte e com grandes chances reais de ser campeão olímpico”, projeta Rodrigo.

Além dos treinos com a Fera, outro foco da preparação é nos trabalhos de fortalecimento muscular, para que o jovem atleta fique “forte, rápido e explosivo”. Léo também está cuidando da alimentação e tomando suplementação, com o objetivo de ganhar peso. Já ganhou quatro quilos este ano. Por enquanto, está com 48 quilos, e a ideia é chegar aos 52 quilos e começar a competir em eventos na categoria até 50kg. Um desses eventos já está confirmado, o Desafio Brasil-Uruguai, em dezembro, em Jaguarão (RS).

Kelson conta que o planejamento para a Olimpíada de 2024 vai exigir treinos diários, lutas e sparrings. “Só assim podemos evoluir ele todos os dias, como acontece com a evolução de qualquer atleta”, projeta. “Léo é um menino que já tem o talento dele, esse talento  é admirado por todos. Com a minha experiência, vamos melhorar a técnica”, acrescenta o treinador.

 



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