
A jovem cantora Lara Bonfim @soularabonfim nos presenteou com um momento de reflexão, talento e inspiração, quando interpretou uma linda música em suas redes sociais. Um vídeo que tocou o meu dia e que fico muito feliz em convidar meus leitores para também conferirem. Que a música siga nos conectando e nos fazendo pensar.
A mística do clássico
Como diria o manezinho Pedrita, da Enseada de Brito: "Clássico é clássico e tem que ter confusão". O jovem técnico Cauan de Almeida deu um nó no experiente Waguinho ao escalar o Avaí com quatro jogadores no meio de campo, abrindo mão de um atacante. Mesmo num gramado impraticável, o Leão venceu por 2x0. A mística do clássico se mantém: o time que está em baixa geralmente supera o que está em alta.
As duas maiores torcidas de SC
Não tem pra ninguém: o único clássico do futebol catarinense é o de Florianópolis. Os torcedores do interior podem espernear com este velho escriba, mas verdade seja dita. Olhem o público da última rodada: Figueirense x Avaí, 15.130 torcedores; Chapecoense x Marcílio Dias, 6.786; Criciúma x Concórdia, 5.321; Santa Catarina x JEC, 2.631; Barra x Brusque, 1.306; Carlos Renaux x Camboriú, 349. Não tem jeito, são duas maiores torcidas de SC.
O fim de uma era
Quem tem mais de 40 anos, talvez já tenha utilizado um orelhão; quem tem mais de 50, com toda certeza. Sou do tempo em que o telefone de casa era fixo, e pra conseguir uma linha, era um sacrifício. Por incrível que pareça, em SC ainda existem 65 orelhões em funcionamento, e em todo o Brasil, são menos de 10 mil em atividade. Esses telefones públicos, que fizeram parte das nossas histórias, popularmente conhecidos como orelhão, caminham para a extinção definitiva no Brasil. Todos esses saudosos aparelhos deverão ser retirados das ruas até dezembro de 2028. Será o fim de uma era.
Forte candidato
Um clube que vem chamando a atenção do torcedor catarinense é o Brusque, que vem se firmando como aquele time que se coloca como forte candidato ao título 2026. O time da Terra dos Marrecos vem jogando com maturidade e controle emocional, e vem transmitindo maturidade, mesmo quando enfrenta os grandes clubes catarinense. Não à toa, o Brusque conquistou a sua classificação antecipada para as quartas de final.
Um jogo insosso
Avaí e Chapecoense entraram no belo gramado da Ressacada na noite fresquinha da quarta feira (23) para concluírem a quinta rodada do Catarinão. Em campo, o jogo, no primeiro tempo, não deu aquela emoção para os mais de 8 mil torcedores que foram à Ressacada. Já no segundo tempo, a Chape retornou mais ligada no jogo, começou melhor, mas só não contava que Jean Lucas, logo no início, iria fazer um golaço. O Verdão do Oeste manteve a organização, jogou melhor do que o Leão, empatou o jogo e até criou chances de gol em busca da virada. Foi aquele jogo insosso.
Bem me quer ... mal me quer
No jogo do Avaí x Chapecoense, o torcedor avaino sentiu a falta de Talisson, que trocou a Ressacada para ir jogar no futebol europeu.
Pra quem começou a temporada deixando o seu torcedor com a pulga atrás das orelhas, o Avaí vem numa crescente neste campeonato e já garantiu a sua classificação para a próxima fase do Catarinão.
Pra um time que já foi oito vezes seguidas campeão catarinense, a situação do JEC segue cada vez mais complicada. Perder para o Carlos Renaux dentro da sua casa é o fim da picada.
O atacante Waguininho, que por aqui passou, quando defendeu o Avaí, e não deixou saudades para o torcedor azurra, aos 35 anos, está defendendo o Criciúma.
Depois que o Grêmio apresentou o bom goleiro Weverton como titular para esta temporada, o goleiro Tiago Volpi está em negociação para deixar o Tricolor gaúcho. A direção do clube e o jogador estão em negociação.
Cartão ROSA para a tenente-coronel Isabel Ivanka Kretzer, que, num momento histórico para o Corpo de Bombeiros Militar de SC, torna-se a primeira mulher a assumir o 10º Batalhão de uma região responsável por 13 municípios. É a força da mulher que transforma desafios em conquistas. A coluna deseja muitas felicidades a esta grande guerreira.
Cartão VERMELHO, mais uma vez, para as pífias arbitragens que vêm ocorrendo num campeonato que mal está começando. No clássico no Scarpelli, Gustavo Bauermann, num apito de lata, conivente com o atrapalhado VAR, decidiu pela expulsão do zagueiro do Avaí, que não merecia nem cartão amarelo. Em Itajaí, no jogo Barra x Brusque, o senhor juiz também pipocou junto com o VAR, ao não marcar um pênalti claríssimo a favor do Barra. Alô, doutor, chama a turma pra uma reavaliação!
Pensamento do Bambi
Pobre só faz lavagem de dinheiro quando esquece algum troco no bolso da roupa suja que vai pra máquina.
Publicado em 22/01/2026 - por Margarida Clésio Moreira dos Santos