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Cartão Rosa - Edição 769

Linda e talentosa, a paulista Liz Romano Greco, que aniversariou no dia 28 de novembro, se apaixonou pelo povo e pelas praias de Palhoça. Liz sempre retorna para reencontrar amigos e pisar nas areias da Guarda do Embaú. Mesmo porque, quem vem pra cá nunca mais é o mesmo


Prática comum
De uns tempos pra cá, o Avaí vem repetindo uma prática comum no futebol brasileiro: a mudança de treinadores durante os campeonatos nacionais, seja na Série A ou na Série B. Isso é uma definição que tanto pode significar uma retomada de resultados positivos como pouco pode alterar a situação do time na tabela de classificação. Quando Geninho retornou à Ressacada, nesta temporada, o time não vivia uma boa fase. Geninho deu uma erguida na equipe, foi ovacionado, encheu o torcedor de esperança e os conselheiros alegavam ser ele o nome certo. Esses mesmos conselheiros e esses mesmos torcedores o derrubaram na última semana.


O amadorismo de clubes
Se na vida a única certeza que todos nós temos é a da morte, no futebol brasileiro, o prenúncio mais garantido é o da dispensa de um treinador. Mas será que trocar de treinador em pleno andamento de um campeonato vai resolver o problema? Se assim fosse, Vasco e Botafogo não estariam na situação complicada em que se encontram neste Brasileirão; o poderoso Cruzeiro não estaria fazendo uma campanha vexatória; e o Figueirense não estaria agonizando na Série B. Em um clube de futebol, assim como numa grande empresa, tem que ter planejamento, a direção tem que saber qual caminho quer seguir. Não adianta apenas mudar. O amadorismo de clubes e dirigentes no nosso futebol é uma grandeza.


Dentro da Ressacada
Mais uma vez, o Avaí não conseguiu superar o time da Chapecoense, e desta vez, dentro da Ressacada. Na noite desta terça-feira (8), a Chapecoense nem tratou de saber se o jogo era fora de Chapecó: tomou conta do duelo e já no início da partida, contando com a colaboração do goleiro Lucas Frigeri, o atacante Paulinho Mocelin, numa cobrança de falta, meteu a bola no ângulo da goleira adversária. O Verdão do Oeste foi mais time, soube aproveitar o momento conturbado que vive o time do Avaí, com a demissão do seu treinador e jogadores flagrados em uma balada, e saiu de Florianópolis se mantendo no topo da tabela, isoladamente, dando passos largos ao seu retorno à Série A.


Discussão acirrada
Já era fim de noite, do último domingo (6), quando a PM foi acionada para controlar uma confusão no Quintino Boteco, no entorno de um shopping no Centro de Florianópolis. Torcedores avaianos teriam cercado um grupo de jogadores do Avaí que saía daquela casa de entretenimento. O zagueiro Airton acabou sendo agredido fisicamente e os outros ficaram no bate-boca. Através de uma nota, o clube repudiou a violência contra os jogadores e resolveu multar e afastar por tempo indeterminado os jogadores Airton, Ralf, Jonathan e Ronaldo. Em meio à pandemia desta maldita doença, esses jogadores deveriam estar em suas casas, né!


Fiel da balança
Este Brasileirão ainda está totalmente indefinido. O São Paulo recebeu o Sport Recife e venceu por 1x0. É o líder disparado, mas ainda falta alguma coisa para que o time tricolor chegue naquele ponto de confiança do torcedor. Além disso, o clube do Morumbi não tem um banco de reservas que possa se igualar ao time principal. Já imaginaram, por exemplo, se esse time de Fernando Diniz for acometido pela pestilência como assolou Santos, Palmeiras e outros times? É bom o torcedor tricolor pôr as barbas de molho, porque essa tal de Covid-19 está sendo o fiel da balança deste campeonato.


Dois golaços
A rodada do último fim de semana da Série B registrou dois raros gols, duas pinturas, dois golaços. Rafel Sóbis, do Cruzeiro, no sábado (5), e Jonathan, do Figueirense, no domingo (6), fizeram aquele tão sonhado gol que Pelé não conseguiu fazer diante da Tchecoslováquia, na Copa do Mundo de 1970. Ambos foram um colírio para os nossos olhos. Mas, eu ainda fico com o de Jonathan, e vou dizer o porquê: no de Sóbis, ele pegou a bola no meio de campo, ajeitou e bateu; já no de Jonathan, num campo encharcado, ele pegou no seu campo de defesa e, sem ajeitar e sem deixar a bola cair, chutou de bate-pronto, colocando a bola no fundo das redes do Náutico. Este merece o Prêmio Puskas.


Cartão rosa/vermelho
Cartão Rosa para as meninas do bom time de futebol feminino do Avaí/Kindermann, que, diferente da macharada, souberam honrar a camisa e Santa Catarina na grande decisão do Campeonato Brasileiro de futebol feminino, uma espécie de Série A da mulherada. Mesmo com a derrota na final, essas meninas merecem os nossos aplausos.

CARTÃO VERMELHO para tudo que se refere ao racismo. Essas agressões, sejam verbais ou físicas, contra quem quer que seja, não podem ficar impunes. O que aconteceu em Paris, no jogo entre PSG e Istambul, pela Liga dos Campeões, quando os times se retiraram de campo em represália às ofensas racistas proferidas justamente por um árbitro da Fifa, me causou nojo. De parabéns o jogador Demba Ba, que tomou as dores, seguido por Neymar e Mbappé. Esse juizinho cretino merece ser banido do futebol mundial.


DROPS DA ARQUIBANCADA
Até o fechamento desta edição, o Figueirense ainda não tinha entrado em campo para enfrentar o Paraná, um jogo para definir se vai ou racha. Daqui pra frente, cada partida do Alvinegro será uma batalha para permanecer na Série B.
Tá rolando um vídeo nas redes sociais em que o jogador Ralf diz que o mês do Avaí tem 90 dias. Se assim for, o clube da Ressacada está passando por sérios problemas quando o assunto é salários atrasados. Não à toa os jogadores já não lutam com garra pelo acesso.
Até aqui, tanto o Avaí quanto o Figueirense ainda têm 11 jogos. Um na tentativa de subir, o que é muito difícil; e o outro, pra não cair para a Terceirona. Ambos irão enfrentar adversários diretos nessas batalhas. Resta saber se os nossos clubes irão alcançar seus objetivos.
Um bambi saltitante me informa que o salário do jogador Valdivia é de R$ 200 mil. O Internacional, que é o dono de seu passe, paga R$ 160 mil e o Avaí desembolsa R$ 40 mil. Se a informação for verdadeira, é muito dinheiro para pouco futebol.


Pensamento do Bambi
Está confirmado: sou pobre mesmo! Já faz meses que lançaram a nota de 200 reais e eu ainda não peguei nenhuma. 

 

Para a alegria dos filhos, familiares e amigos, quem andou comemorando 7.9 no último dia 6 de dezembro foi o popular Nicolino, da Ponte do Imaruim. A coluna deseja muita saúde!



Publicado em 10/12/2020 - por Margarida Clésio Moreira dos Santos

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