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BR-282: Instituições e autoridades cobram soluções para “Trecho da Morte”

Recapitulamos iniciativas para tentar reduzir acidentes em trecho da rodovia federal que corta Palhoça

5390b9ad3cf31749bd6cc044b061797f.jpeg Foto: ARQUIVO JPP

Por: Willian Schütz

 

A BR-282, um dos principais corredores urbanos da Grande Florianópolis, está no centro das discussões diante de acidentes graves que vêm ocorrendo na região do Alto Aririú. Diversas propostas já foram apresentadas para melhorar a estrutura da via, especialmente no local que ficou conhecido por muitos moradores como o “Trecho da Morte”. Instituições e autoridades cobram soluções.

Um dos trechos que vêm chamando a atenção fica próximo à entrada da Jaqueira, a poucos metros de uma fábrica de barcos. O local foi cenário de diversos acidentes que chocaram moradores da região. Segundo especialistas, a configuração atual da via contribui para a insegurança: pistas simples e estreitas, sinalização que gera confusões e falta de iluminação adequada em alguns pontos. 

Enquanto isso, diversas soluções já foram sugeridas para a região. Todas ainda tramitam. 

 

Rótula

Uma sugestão foi a instalação de uma rótula na altura da peixaria do Alto Aririú, ressaltada pelo vereador Arcendino José Cerino (Zunga), em sessão da Câmara Municipal. 

Também existe uma proposta de construção de marginais em três quilômetros da BR-282, no Aririú. Existe um projeto de engenharia que é resultado da parceria entre o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), a Prefeitura de Palhoça e empresários da região. Esse trecho da BR-282 liga a BR-101 ao novo Contorno Viário, e possui intenso fluxo de veículos. Além de agregar mais segurança, essas marginais podem desafogar o gargalo. A obra ainda não se concretizou.

Outra iniciativa, também anunciada pelo Dnit, é a construção de um Contorno Viário que liga Palhoça e Santo Amaro da Imperatriz. O projeto cria um novo traçado na BR-282 para evitar que os motoristas passem por dentro do município. A extensão do novo trecho seria de cerca de sete quilômetros. 

Diante desse cenário, o deputado estadual Camilo Martins vem cobrando soluções. Neste mês de julho, o parlamentar voltou a cobrar providências imediatas ao Dnit. O ofício foi enviado no dia 10 de julho e noticiado no jornal Palavra Palhocense. “Enquanto o projeto de duplicação não sai do papel, não podemos ficar de braços cruzados. Falta sinalização adequada e iluminação, e isso está custando vidas quase todos os dias”, afirmou o parlamentar.

Camilo exige a instalação urgente de iluminação pública no segmento entre a rótula do Bela Vista e o Contorno Viário. O deputado também garantiu que continuará pressionando o Ministério dos Transportes pela duplicação da via, mas destacou que medidas paliativas precisam ser implantadas agora: “A iluminação pode salvar vidas até que as obras de duplicação se concretizem. Precisamos proteger motoristas, motociclistas e pedestres que utilizam essa via diariamente para trabalhar e sustentar suas famílias”.

 

Debate regional

O trecho localizado em Palhoça é parte de um cenário que se estende por outras regiões de Santa Catarina. Para tratar desses assuntos, o presidente da Federação das Empresas de Transporte de Cargas de SC (Fetrancesc), Dagnor Schneider, reuniu-se com o superintendente do Dnit em Florianópolis, Alysson de Andrade, no dia 17. A pauta extensa abrangeu as BRs 282, 280 e 470.

O superintendente do Dnit afirmou que o objetivo agora é manter os 80% das estradas em boas condições e avançar com as obras estruturantes. No entanto, sem garantias orçamentárias, o ritmo das melhorias deve continuar aquém das necessidades da população.

Schneider classificou o momento como “crítico e extremamente preocupante”, especialmente diante do corte de R$ 400 milhões no orçamento do Dnit para 2025. “A aplicação de recursos históricos nos últimos dois anos nos permitiu investir em manutenção, mas agora precisamos dar andamento às grandes obras”, reconheceu o superintendente do Dnit.

Para Schneider, os investimentos em infraestrutura deveriam ser obrigatórios: “Só com a garantia de aportes financeiros constantes poderemos ter uma malha viária melhor, maior e bem cuidada ao longo do tempo”.

 

Expectativa de obra em 2025

Com a aproximação do fim de ano e o consequente aumento no fluxo de veículos, a preocupação cresce entre os moradores de Palhoça.

Apesar da indignação da comunidade e dos alertas constantes, a maior parte dos projetos segue sem previsão concreta. Um dos poucos que avançaram nos bastidores é o plano de alargamento e construção de marginais no trecho entre os quilômetros 15 e 18 da BR-282 — exatamente onde ocorreram os acidentes mais recentes. O desenho foi bancado por um grupo de empresários e moradores, que encaminharam o material ao Dnit. O órgão federal devolveu o projeto com pedidos de ajustes técnicos, e a expectativa agora é a de que as obras possam começar ainda em 2025.

A Prefeitura de Palhoça esclareceu que não tem ingerência direta sobre o andamento do projeto, mas confirmou que ele conta com o aval técnico do Dnit.

Enquanto isso, o que se ouve nas ruas é o mesmo apelo que ecoa a cada nova tragédia: chega de mortes na BR-282! 

 

Propostas em andamento

Instalação de uma rótula na frente da peixaria no Alto Aririú, solicitada em plenário pelo vereador Zunga

A ligação entre o Contorno Viário e a cidade de Santo Amaro da Imperatriz, prometida pelo Dnit em estudos anteriores

A duplicação do trecho urbano da BR-282 entre o Bela Vista e o acesso à BR-101, que é pauta constante nas agendas políticas locais

Alargamento e construção de marginais no trecho entre os quilômetros 15 e 18



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