
Não adianta: elas são do mar do amor
Mulher palhocense, queremos te homenagear da forma que sabemos: escolhendo palavras que buscam expressar emoções. São vocês que, no silêncio das rotinas ou na linha de frente das conquistas, constroem todos os dias uma cidade mais humana, sensível e forte. Que possam, cada vez mais, desfrutar da nossa casa de barro, que também é a “casa do sol”.
Neste sábado (7), a cidade vai parar para celebrar. Das areias da Guarda do Embaú ecoarão vozes femininas cantando a plenos pulmões: “não adianta, eu sou do mar”. Que o show do Armandinho seja presente, reconhecimento e abraço coletivo! Que cada mulher possa ouvir, com sinceridade, que quando Deus as desenhou, Ele estava namorando! E que saibam, sobretudo, que “a paz de um sorriso pode desarmar uma guerra”.
Por falar em guerra, vivemos tempos em que o mundo parece em transe, dividido por conflitos e intolerâncias. Talvez seja justamente agora que o carinho, a sensibilidade e o amor que vêm das mulheres possam nos apontar caminhos de paz. Ao longo da história da humanidade, as guerras nunca foram feitas por elas, mas foram elas, incontáveis vezes, que reconstruíram o que a violência destruiu. Que a força feminina de Palhoça continue sendo farol... e que, “nesta vida ainda”, possamos viver em plena paz.
Publicado em 05/03/2026 - por Palhocense