69edb49f958c486dc37972764077d7d6.jpeg Túneis no Morro dos Cavalos: impasse entre concessionárias trava obra e autoridades criticam

1b35d8d86657ac5a412302c6ea4415d2.jpeg Evento beneficente promete ajudar associação que atende famílias de Palhoça

c365ecd63e3658f992d33afb4ffaecda.jpg Defensoria Pública abre inscrições para casamento coletivo gratuito em Palhoça

e912729711196d00f8aef23998da8ebe.png Mutirão nacional de saúde bucal ganha ação especial em Palhoça

de4b4cdbf34de770c53e4837c83df2d3.jpg Cãominhada vai reunir tutores, cães e profissionais no Parque do Aririú

77be45ca04abc146f60dbb21f3797c55.png Caminhada do Axé CNIA leva fé, cultura e samba de roda às ruas de Palhoça

f8567c7096024dc299ab165e6f135b50.jpeg Pop Experience: uma experiência pop cheia de atrações no ViaCatarina

44e1c87d2ce0537b99dcac351346a67a.jpeg Escritor Daniel Camargo Thomaz anuncia lançamento de novo livro

ca718bd09aa0751ed5651e712b822054.png "Cê Tá Doido Festival" desembarca na Grande Florianópolis

c96f45d7c75c8cc164c223040a659a6c.jpeg Jovens de Palhoça conquistam vaga no Campeonato Brasileiro

77577611f48e142ca7b3afc143f1716f.jpeg Amaro Junior celebra os 98 anos de fundação do Guarani de Palhoça com festa e inauguração de quadra

3460b75d46c7d95d023ba991e14b128e.jpeg Jiu-jitsu ao alcance de todos: projeto social oferece aulas em dois núcleos em Palhoça

d9a77b06fda7ee4be0c542ddf02059fe.jpeg Boosters: equipamentos que regulam a pressão colaboram para melhorar abastecimento em PH

80cfd6b74c9da19d947cc3a85b2577c5.jpeg Manutenção preventiva e de emergência: você sabe identificar a diferença?

8f902fff2cefee71fc079f4a78d94b8d.jpeg Consumo individual de água no Brasil ultrapassa limite recomendado pela ONU

Caso Orelha: DRP de Palhoça compartilha pronunciamentos do delegado-geral da PCSC

Os posicionamentos ocorreram em meio à repercussão crescente nas redes sociais

a760c54f14a36c33d32a2a528a61b215.jpeg Foto: ARQUIVO

O perfil oficial da 30ª Delegacia Regional de Polícia de Palhoça realizou postagens relacionadas ao caso do cão Orelha. A investigação ganhou repercussão nacional nas últimas semanas, após o animal ter sido encontrado gravemente ferido, com sinais de espancamento. Um grupo de adolescentes é suspeito das agressões. 

Orelha foi encontrado com ferimentos graves no dia 5 de janeiro, na Praia Brava, em Florianópolis. Desde então, o caso vem ganhando notoriedade em todo país. Com a repercussão, diversas autoridades se pronunciaram, incluindo o Governador Jorginho Mello (PL). Em paralelo, boatos também começaram a ser comentados pelas redes sociais. 

Uma das informações que circula é a da existência de um vídeo das agressões ao animal. No entanto, a Polícia Civil afirma que não há filmagens dessa agressão. Paralelamente, circulam na mídia imagens de uma câmera de monitoramento que mostram um grupo de jovens pegando um cão e o levando em direção ao mar, nas imediações de um condomínio na Praia Brava. Porém, essas filmagens envolveriam o caso do cachorro caramelo: animal que foi vítima de afogamento, mas sobreviveu e foi adotado pelo delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel.  

Em pronunciamento compartilhado pela 30ª DRP de Palhoça, Ulisses afirmou que não é o encarregado das investigações do caso. “Sou delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina e não presido as investigações do caso Orelha, que estão sendo conduzidos de forma técnica, imparcial e qualificada pelos Delegados Mardjoli Valcareggi e Renan Balbino”, argumentou. Este pronunciamento foi publicado na última semana. No mesmo post, ele informa que não tem relação de amizade com um dos advogados que estariam envolvidos com o caso, além de citar os cães Caramelo e Orelha.  

“Adotei o Caramelo por amor. Não foi o primeiro e não será o último. Nossa família adora e é fomentadora de ações contra maus-tratos.Lamento esse tipo de canalhice criada por esse cidadão, que será processado, civil e criminalmente, bem como quem divulga esse tipo de sacanagem”, disse Ulisses.

Na tarde desta segunda-feira (2), a 30ª DRP de Palhoça compartilhou outro post do delegado-geral da PCSC. Ele negou alegações que circulam nas redes sociais, compartilhadas por internautas.

“Sou Delegado-Geral e não dirijo a investigação, que é presidida por dois delegados técnicos. Não sou amigo, nem íntimo, de advogado do caso e não conheço os suspeitos investigados.Não há vídeo de agressão ao cão Orelha (não sofreu eutanásia), mas há vídeo da agressão ao cão Caramelo, tendo sido colhidos vários elementos de prova/indícios, não existindo, por ora, relação com desafios”.

Outro ponto que vem sendo comentado por internautas é uma série de pedidos para a federalização das investigações. Isso implicaria da Polícia Federal (PF) assumir o caso. O delegado-geral da PCSC também se manifestou. “Não cabe federalização pois não há omissão da Justiça Catarinense e violação de direitos humanos”, disse Ulisses.

As investigações do caso Orelha seguem. Enquanto isso, internautas de todo o país se manifestam, pedindo justiça. Só no Instagram, a hashtag #justicaorelha vem sendo amplamente compartilhada. Outro fator que repercute é a proibição da divulgação dos nomes e imagens dos adolescentes suspeitos. A medida foi enfatizada pela Justiça de Santa Catarina, via liminar. A decisão foi da Vara da Infância e Juventude. 

Relato de coação

Também se fala em coação do porteiro de um porteiro atuante em um dos condomínios da região da Praia Brava. Ele chegou a registrar um boletim de ocorrência. Três familiares dos adolescentes suspeitos foram indiciados. Um dos porteiros teria conhecimento sobre agressões a cães na região. 

Número de suspeitos

Em áudio compartilhado em um grupo de vigilantes, um porteiro afirma que seis jovens estariam cometendo vandalismo e agressões a cães naquelas imediações. No entanto, apenas quatro jovens são tratados como suspeitos atualmente. 

No início do caso, eram investigados quatro jovens. Porém, a participação de um deles foi descartada pelas autoridades. Agora, esse adolescente é tratado como testemunha.

Outra questão que vem chamando atenção é a classe social dos jovens suspeitos. Eles são apontados como parentes de empresários, de famílias com alto poder aquisitivo. Dois dos jovens chegaram a viajar para a Disney, nos Estados Unidos. A viagem ocorreu em meio às investigações do caso Orelha. Ambos os jovens já regressaram ao Brasil. As investigações continuam.



Veja também:









Mais vistos

Publicidade

  • ae88195db362a5f2fa3c3494f8eb7923.jpg