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Cartão Rosa - Edição 725

Estive no clássico de domingo para realizar uma campanha de marketing para a Big Bet, no intervalo do jogo. Reencontrei o amigo Antônio Mafalda. Um ícone do fotojornalismo

 

 

Grande vitória
Um clássico nunca é em vão e este foi mais um. Em grande estilo, o Avaí saiu do Orlando Scarpelli com o sabor de uma grande vitória. Com os nervos à flor da pele, Figueirense e Avaí fizeram um clássico com todos os ingredientes, deste que é o mais acirrado confronto do futebol catarinense. Os dois times deixaram claras suas deficiências técnicas. Tivemos um primeiro tempo interessante em termos de chances de gols, terminando em 1x0 para o Leão, depois de um belo chute de fora da área de Pedro Castro. Na segunda etapa, com a temperatura em campo elevada, Jonathan, aos 30 minutos, aproveitou o rebote de Sidão para ampliar para o Avaí. Foi mais um clássico pra ficar na história.
 

Severa punição
Eu que já comandei muitos clássicos no Campeonato Catarinense, posso garantir que esse é um jogo anômalo para a arbitragem, jogadores e até mesmo torcedores. Depois de alguns anos, fui ao Orlando Scarpelli neste domingo (2) para realizar uma campanha publicitária no intervalo da partida. Diferente de outras épocas, achei o movimento de torcedores no entorno do Scarpelli um tanto fraco, o que mostra que o torcedor está se afastando dos estádios. Abominável foi a atitude do destrambelhado Bruno Silva, que tentou acertar uma bicuda na cabeça de um torcedor, quando esse mesmo já estava imobilizado pelo goleiro reserva que levou a pior. Bruno Silva merece uma severa punição.


Cidade do Carvão
Em Jaraguá do Sul, o presidente do Tigre, Jaime Dal Farra, quis transferir a irresponsabilidade de seu time, que perdeu para o Juventus, pra cima da arbitragem. Pois bem, o Criciúma voltou a decepcionar os seus torcedores que foram ao Heriberto Hulse ficando no empate em 1x1, no último domingo (2). Até aqui, o Tigre só enfrentou times modestos, como o Concórdia, Juventus e Marcílio Dias, desagradando os seus torcedores. O time do Sul, que tem uma grande história em nosso futebol, parece estar se apequenando. Em outras épocas, diante de clubes modestos como esses, o Criciúma passaria por cima com facilidades. Jaime Dal Farra está vivendo dias tensos na Cidade do Carvão.


Carioca sem o Flamengo
Em 2011, A Globo incentivou o aniquilamento do Clube dos 13, através de Flamengo e Corinthians, hoje ela prova do seu próprio veneno. As desavenças entre a Globo e o Flamengo têm dado o que falar e a grande nação rubro-negra parece querer pagar essa conta. Em plena segunda-feira (3), debaixo de muita chuva, mais de 50 mil torcedores lotaram o Maracanã para apoiar o retorno do time oficial do Flamengo, que, de virada, venceu o Resende por 3 a 1. A renda desse jogo, numa noite de segunda-feira chuvosa, quase alcança um percentual em torno de 20% da cota da televisão. A continuar assim, os jogos do Mengão terão casa cheia para provar que o Flamengo não precisa da televisão. Não existe Carioca sem o Flamengo.


Energúmenos
A invasão ao campo de jogo por alguns energúmenos (não vou chamá-los de torcedores do Figueirense, porque o verdadeiro torcedor não faz isso) precisa ser condenada sob todos os aspectos. Por conta disso, o clube terá prejuízos financeiros, depreciação de sua imagem em nível nacional e poderá sofrer severas punições. Não quero aqui afirmar que falharam o Figueirense, Polícia Militar e até mesmo o desajuizado jogador Bruno Silva, mas doa a quem doer, alguém terá que pagar por esse fato lastimável. Foi um conflito que poderia gerar uma grande confusão, colocando a segurança de muitos sob risco. O torcedor tem o sagrado direito de torcer ou protestar, mas também tem que entender que o campo de jogo é para os jogadores, dirigentes e a imprensa devidamente credenciados. Lugar de torcedor é na arquibancada.


DROPS DA ARQUIBANCADA
Dois gols legais de Alexandre Pato anulados. Dois pênaltis claros não assinalados. Assim foi a pífia arbitragem no jogo entre o São Paulo e Novorizontino. Lá, como cá, todos erram. O trio paulista passará por reciclagem, até lá... nada de escala pra eles.
Na terça-feira (4) Paulo Prisco Paraíso foi visto almoçando em um importante restaurante da região com um grupo de cinco abnegados alvinegros, numa reunião visando uma futura  diretoria do Figueirense. Essas reuniões parecem ser frequentes.
Convenhamos que o goleiro Sidão estava um tanto adiantado. Mas, concordemos que aquele "pombo" de fora da grande área do jogador Pedro Castro foi um golaço. O jogador avaiano está feliz da vida por voltar a marcar um gol - ainda mais num clássico.
A corda sempre arrebenta no lado mais fraco. Foi o que aconteceu com o segurança Carlos Eduardo, que estava no portão das sociais, quando alguns torcedores invadiram o campo de jogo do Orlando Scarpelli. Carlos Eduardo foi demitido da empresa. Cá pra nós: ele foi um herói. 

 

CARTÃO ROSA para o segurança Carlos Eduardo, que prestava serviço numa empresa terceirizada e sempre cuidava do portão das sociais do Figueirense. Sempre solicito e educado, ele foi destemido ao evitar uma maior invasão de torcedores furiosos no clássico. Em outros países, ele seria tratado como herói. Por aqui, é tratado como culpado. Esse é o Brasil de administradores abestados.

CARTÃO VERMELHO para estes torcedores que invadem campos de futebol e até mesmo centro de treinamentos. Quem arromba portão de acesso ao gramado, que invade treinos para ameaçar a integridade física de jogadores e comissão técnica não é torcedor de verdade e não está nem aí para o clube. Esse tipo de gente não pode ser chamado de torcedor. 

 

Pensamento do Bambi

Reza a lenda que toda vez que um novo corno descobre uma traição, ele tira o escapamento da moto para anunciar a boa nova. 

 

 

As simpáticas meninas da Everpan, esbanjando simpatia e dando show no atendimento



Publicado em 06/02/2020 - por Margarida Clésio Moreira dos Santos

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