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IMA descarta poluição como causa da morte de peixes em Palhoça

O instituto apontou duas possíveis explicações para o caso; apurações continuam

813ef60090e1b47463a99f8adb44bc00.jpeg Foto: DIVULGAÇÃO

O Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina divulgou detalhes sobre a ocorrência envolvendo um grande volume de peixes mortos na região do bairro Rio Grande. A apuração começou na segunda-feira (23), quando circularam nas redes sociais imagens de cardumes boiando no rio. Entre as hipóteses investigadas pelo órgão estão o descarte irregular e mortes por causas naturais. 

Enquanto muitos internautas comentam sobre a poluição, os especialistas do IMA descartaram essa possibilidade como explicação para a mortandade dos peixes. O descarte irregular foi a probabilidade mais considerada. 

Por meio da Gerência de Fiscalização e Emergências Ambientais, o instituto informou à reportagem ter realizado uma apuração técnica no local. O principal argumento: “presume-se que os peixes encontrados mortos provavelmente são provenientes de descarte na região da Baía da Palhoça, posteriormente transportados pela maré alta através do curso da água do Rio Cuturno”, explica nota do IMA. 

O comunicado vai além e coincide com relatos de alguns internautas sobre a predominância de poucas espécies de peixes nas imagens. Em resumo, se a causa fosse poluição, outras espécies também teriam morrido.

“Não foram identificados exemplares mortos de outras espécies comuns na região, como parati e tainha, o que indica, a princípio, a ausência de indícios de lançamento de contaminantes tóxicos diretamente no rio”, diz o IMA. 

“Além disso, o volume de peixes encontrados é superior à capacidade de suporte do sistema fluvial local, reforçando a hipótese de que os animais sejam provenientes de cardumes capturados em outras regiões”, acrescenta.

O descarte irregular também foi hipótese levantada pela Defesa Civil de Palhoça. 

Possíveis causas naturais

Mas essa resposta não é definitiva. A apuração dos especialistas ainda levanta outra possível razão. De acordo com a nota, a morte pode ter ocorrido por causas naturais, considerando a sensibilidade da espécie em relação a águas pouco salinas. 

Além disso, as amostras apontam que os peixes estariam mortos há mais tempo, ou seja, teriam morrido antes daquela tarde de segunda-feira. “O avançado estado de decomposição dos exemplares pode indicar que a morte ocorreu em período anterior ao seu aparecimento na área urbana”, reforça o IMA. 

Apuração continua

Com o objetivo de descartar a possibilidade de contaminação por efluentes tóxicos, o IMA coletou amostras de água na terça-feira (24). O prazo médio para emissão dos laudos laboratoriais é de aproximadamente duas a três semanas. 

As análises laboratoriais servem como protocolo técnico para verificar se houve algum tipo de contaminação diferente daquela inicialmente esperada. 

Já as análises realizadas in loco indicaram pH neutro, variando entre 7,03 e 7,24. O Oxigênio Dissolvido (OD) apresentou valores entre 2,41 e 2,90 mg/L O₂. A baixa concentração de OD (inferior a 3 mg/L) é indicativa de baixa qualidade da água, condição já esperada em razão da ocorrência de lançamentos irregulares de esgoto doméstico na região.

As informações obtidas até o momento integram o processo técnico de avaliação, que seguirá conforme os procedimentos institucionais previstos.

O IMA seguirá monitorando a área para verificar eventual recorrência ou qualquer alteração relevante, de modo a, não havendo novas ocorrências, proceder ao encerramento formal do protocolo técnico instaurado.

Como denunciar

Em casos como esse, a orientação é que a população realize denúncias formais e encaminhe aos canais oficiais para que os órgãos possam ter conhecimento das ocorrências. 

Denúncias ambientais também podem ser registradas pela população diretamente na plataforma: https://gaia.ima.sc.gov.br/denuncia, de forma rápida e acessível. Já os crimes em flagrante podem ser denunciados pelo telefone 190.



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