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Trabalhadores que prestaram serviços no Contorno Viário relatam falta de pagamentos

Os profissionais teriam atuado de forma terceirizada em manutenções na rodovia

c1b6ea877893edc72a7821d8be972d11.jpeg Foto: ARQUIVO JPP

Pagamentos atrasados e processos trabalhistas. É isso que relatam trabalhadores que prestaram serviços terceirizados para uma empresa que realizou manutenções no Contorno Viário da Grande Florianópolis. Na última sexta-feira (9), parte deles chegou a realizar uma manifestação em um trecho da rodovia, em Palhoça. Ainda assim, o atraso persiste. 

Nesta segunda-feira (12), um dos manifestantes afirmou que os manifestantes teriam, trabalhado no local durante meses sem receber salários para tanto. “Trabalhamos durante quatro meses sem receber. Hoje tenho uma dívida de mais de R$ 1 milhão”, relata. Ele também afirma que há outros trabalhadores diante do mesmo problema. “São 15 famílias que dependem desse valor que tem pendente”, argumenta.

Diante da situação, os profissionais realizaram uma manifestação pacífica que interditou um trecho do Contorno Viário da Grande Florianópolis na manhã da sexta-feira (9). 

Com o uso de cones e veículos, os trabalhadores interditaram ambos os sentidos do quilômetro 23 do Contorno Viário, em Palhoça. Minutos depois, equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da concessionária Arteris Litoral Sul negociaram a liberação gradual das pistas. 

Arteris se posiciona

A concessionária responsável pelo trecho, Arteris Litoral Sul, se posicionou sobre o assunto. Divulgado logo após a manifestação, o comunicado ressalta que a via foi temporariamente “bloqueada por um grupo de colaboradores da empresa MCS Engenharia que alega falta de pagamento por parte da CWFirpo, esta prestadora de serviço da concessionária”, pontua.
 
“A Arteris esclarece que mantém todos os seus compromissos em dia, inclusive com a empresa CWFirpo”, afirma a concessionária.

O que diz a empresa

Em nota, a empresa CWFirpo afirma que “as informações sobre a suposta falta de pagamento a esta fornecedora são inverídicas”, pontua. O texto também diz que “a relação comercial entre as partes foi pautada pela lisura e pelo estrito cumprimento das obrigações”, aponta.

“O Grupo CWFirpo lamenta o ocorrido com os trabalhadores e reforça que todas as suas obrigações com a empresa terceirizada foram cumpridas. A responsabilidade pela gestão e pagamento dos referidos profissionais cabia exclusivamente à MCS Engenharia, sua empregadora direta”, também diz a nota.

Contraponto

Em paralelo, a MCS Engenharia diz que os trabalhadores teriam recebido pagamentos em três ocasiões. No entanto, esses valores teria sido feitos, de acordo com a MCS, “de forma excepcional e emergencial, destinando-se exclusivamente a mitigar parcialmente os impactos na folha de pagamento dos trabalhadores, não configurando, em nenhuma hipótese, pagamento regular, parcelamento contratual ou adimplemento das obrigações assumidas pelo Grupo CWFIRPO (Consigliato)”.

“Ressaltamos, ainda, que nenhuma das notas fiscais correspondentes aos serviços efetivamente prestados foi integralmente quitada, permanecendo a MCS e seus colaboradores sem o recebimento dos valores contratualmente devidos”, argumenta a empresa.



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