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Beltrano - Edição 710

A vida sofrida dos professores de nossos políticos

Extra! Extra! Beltrano pesquisa os tempos de meninice dos alunos da Escolinha Política Palhocense (EPP). Eu confesso, sempre quis saber onde estudaram (e se estudaram) os nossos governantes, que, diga-se, hoje são verdadeiros “professores” e ganham mais do que seus mestres! Descobri algumas pérolas!
Um dia, já faz tempo, o professor perguntou para João Amândio.
- Bala, quem nasce na Barra é?
- Barrense!
- Quem nasce no Aririú?
- Aririuense!
- E quem nasce no Rio Grande?
- Peixe, fessora!
Na mesma escola, a professora vai explicando:
- Se digo que fui rica, é passado. Então, Mariah Terezinha, se digo que serei diretora, o que é?
- Futuro, professora.
- E André Xavier, se digo que sou bonita, é o quê?
- Mentirosa - respondeu, na lata.
Quem era muito inteligente quando criança era a Zana. Uma vez, na aula de história, o professor perguntou pra ela:
- O que aconteceu em 1769?
- Nasceu Napoleão, professor - disse a Zana.
- Muito bem! E em 1774?
- Hum... Já sei: Napoleão fez 5 anos!
Uma vez, a professora perguntou para o Elton:
- Eltinho, se eu tenho três laranjas em uma mão e três na outra, o que eu tenho?
Ele nem titubeou e respondeu:
- Mãos grandes, fessora!
Naquela mesma época, o saudoso seu Artur chega em casa e chama:
- Pitanta, venha aqui!
- Sim, pai.
E lá foi o Pitanta enfrentar o seu Artur.
- A tua professora me disse que você é o aluno mais vagabundo, relapso, malandro, preguiçoso e bagunceiro da turma de 20 alunos.
E o Pitanta:
- Podia ser pior, pai.
- Como assim, pior?
- A turma podia ter 40 alunos. Rá, rá, rá, rá...
Já o Nelsinho Martins, quando estudava no Venceslau Bueno, foi o único aluno da sua classe a fazer a lição de casa corretamente. A professora o parabenizou pelo feito, mas ficou desconfiada.
- Muito bem, Nelsinho. Mas posso saber se seu pai fez a lição junto com você?
- É claro que não, professora.
- Ah, que bom, Nelsinho.
É que seu Nelson tinha feito tudo sozinho!
Quando o Camilo era pequeno, chegou certa vez em casa e disse:
- Mãe, eu descobri que sou mais inteligente do que a professora.
- Por que você acha isso? - perguntou a Luci.
- Porque eu passei de ano e ela continuou no mesmo.
Qués Magi?!
Já certa vez, o Marquinho do Pachecos estava passeando com o avô pelo jardim da praça de Palhoça, em um sábado, até que o avô do Marquinhos avistou a professora do garoto.
- Marquinho, te esconde, meu filho, tua professora está lá! 
E o menino:
- Na verdade, vovô, quem tem que se esconder é o senhor!
- Mas por que eu, se foi você que faltou na escola ontem? - pergunta o avô.
E ele:
- Porque eu falei que eu fui no enterro do senhor!
Ééééééé.. tão pensando o quê?! Que o cavalo é burro?!
Certo dia, a professora perguntou para o Neném do Bertilo:
- Neném, o que você comeu hoje?
- Polenta.
A gargalhada foi geral. Todos os dias, a professora fazia a mesma pergunta e a resposta era sempre a mesma, para risos fervorosos dos amiguinhos da Guarda do Cubatão. 
Neném, não aguentando mais, contou a mãe, que lhe disse:
- Hoje, você vai dizer que comeu sopa.
Na sala de aula, a professora pergunta:
- O que comeu no almoço, Neném?
- Sopa!
Todos ficam espantados e a professora tornou a perguntar:
- Quanto?
E ele:
- Duas fatias.
Rá, rá, rá, rá...
Agora, esperto mesmo era o Tavinho. Uma vez, quando estava no primário, a professora percebeu que ele não estava prestando atenção na aula, e resolveu fazer uma pergunta pra ele.
- Diga uma palavra que comece com a letra D.
- Ontem, professora - responde Tavinho.
- Ontem? Mas ontem não começa com a letra D.
Olha só como ele já era espirituoso:
- Começa sim, professora. Ontem foi domingo.
E teve aquela vez que a professora perguntou para Luciano Pereira:
- Me diga uma palavra com a letra C.
O Luciano respondeu:
- Vassoura!
A professora questiona:
- E onde está o C em vassoura, Luciano?!
E ele:
- No cabo! 
É esperto desde pequeno, esse Luciano, né!
Uma vez, o Zunga chegou em casa todo eufórico:
- Manhê! Manheeeeeê! Hoje a professora fez uma pergunta e eu fui o único que levantou a mão para responder.
- Que orgulho! E o que ela perguntou, sabidão da mamãe?!
- “Quem não fez a lição de casa?”.
O Banha é que sempre foi ligado em futebol desde pequeno, tanto que uma vez perguntou pra sua professora:
- Professora, você vai me reprovar só por causa de 3 pontos?
- Vou sim - disse ela.
- E o que eu posso fazer para ganhar 3 pontos?
E a professora:
- É só você jogar contra o Avaí ou o Figueirense!
Rá, rá, rá, rá...
Diz que quem era fogo na roupa quando era pequeno era o Jean Negão, que sempre entrava na sala de aula rindo muito, atrapalhando a aula de tanto rir. A professora, então, perguntou:
- O que foi Jean, qual o problema? Por que você está rindo tanto?
- Ah, professora, vi uma coisa muita engraçada.
- O que foi?
- Eu vi um gato comendo um rato.
- E o que é que tem? Nunca viu um gato comendo um rato?
- De camisinha, não! 
Certa vez, alguns minutos depois de tocado o sinal lá na escola da Praia de Fora, a professora entra na classe, toda afobada, coloca o material em cima da mesa, gira o corpo pra dar início à aula, quando pisa em falso e leva o maior tombo. Levanta-se rapidamente, abaixa a saia e, com um sorriso sem graça, brinca:
- Vocês viram a minha ligeireza?
E o nosso hoje vereador Joel Pakão:
- Vimos sim, professora! Só que aqui na Praia de Fora a gente conhece isto por outro nome!
Quando o Fabinho Coelho estudava, uma vez chegou na venda do seu Manoel e pediu uma melancia.
- É para a mamãe? - perguntou o seu Manoel, para puxar assunto.
E o Fabinho:
- Não, é para a minha professora! É que ontem eu dei um morango para ela e ela me deu um beijo!
Eu, particularmente, sempre tive professores mal educados, que adoravam interromper minhas conversas com os amigos na sala de aula! É por essas e por outras que devemos referenciar nossos queridos professores e desejar a eles um Feliz Dia do Professor!

 



Publicado em 10/10/2019 - por Beltrano

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