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Beltrano - Edição 801

Depois do Cadastro Único (CU), a ideia é trocar pobres pelos presos 

O pensador palhocense Antônho do Bidunga me dizia que esteve pensando! E quando o Antônho pensa, saiba que a ideia é boa! O exemplo foi a ideia do Cadastro Único (CU), que nossos vereadores prometeram colocar em prática, mas depois esqueceram completamente do CU.
Na verdade, perderam uma ótima oportunidade de botar o CU pra funcionar em Palhoça. Tanto que, mais tarde, foi adotado pela própria presidente Dilma Rousseff, na assistência social. Hoje, quem não sabe deveria saber que o CU não é da Dilma, e sim, do Antônho! 
A ideia do Antônho, desta vez, é para que o governo coloque os pobres nas cadeias e os delinquentes na fila da sopa – ou, como dizem: ''na fila da quentinha''. Não entendi como ele faria isso, então me explicou: “É facinho, facinho. O governo Bolsonaro daria aos pobres todos os dias roupa lavada, comida, lazer, jogos e exercícios. Teriam medicamentos, assistência médica e odontológica gratuita. Refeições quentinhas quatro vezes por dia. Teriam direito a vigilância permanente por vídeo e receberiam assistência imediata. Teriam um local para receber a família ou "outras visitas". Acesso a biblioteca, sala de exercícios e terapia física e espiritual. Seriam encorajados a fazer cursos e terapias ocupacionais adequadas. Seriam fornecidos a eles roupas e produtos de higiene pessoal. E o salário que é mandado para a família do preso iria para a família do pobre: R$ 1.100 por mês. Teriam acesso a leitura, computador, televisão, rádio e telefonia fixa e celular à vontade. Teriam psicólogos, assistentes sociais, políticos, televisões, anistia internacional, etc., disponíveis para escutarem as suas queixas. Os governos seriam obrigados a respeitar um rigoroso código de conduta, sob pena de serem duramente penalizados. Seriam reconhecidos todos os direitos humanos possíveis e impossíveis”. 
“Por outro lado”, diz ele, “na casa dos pobres, os delinquentes viveriam numa pequena e tosca habitação. Teriam pouca comida ou nenhuma e a comeriam, muitas vezes, fria e fora de hora. Teriam que tratar da própria roupa. Viveriam sozinhos e sem vigilância. Não teriam ninguém que os ajudasse a tomar os medicamentos. De vez em quando, seriam assaltados ou até violados. Se morressem, poderiam ficar dias até alguém encontrar um túmulo para enterrá-los. As instituições, jornais e políticos não lhes dariam qualquer importância ou assistência. Morreriam esperando por uma consulta médica ou por uma operação cirúrgica. Não teriam ninguém a quem se queixar. Tomariam um banho de 15 em 15 dias, sujeitando-se a não haver água quente. Passariam frio no inverno, porque não teriam cobertores suficientes. O único entretenimento diário consistiria em ver duas horas de telenovelas - a novela das seis, pois a novela das oito que começa às nove, ‘Império’, nem pensar”!
Desta forma, segundo o Antônho, haveria mais justiça para todos e os direitos humanos no Brasil não seriam só para os “manos”!

Chazinho milagroso
Descobri por que os vereadores da Câmara andam tão calmos. É que a dona Cotinha, lá da Barra, mandou pra Câmara um chazinho milagroso que “acarma inté boi brabo, que dirá vereadô enfezado ao ponto de fazer oposição”. O chazinho, na verdade, é uma simpatia feita com folhas de maracujá e camomila, misturadas com água de c... lavado! Dona Cotinha me dizia que o trabalho maior foi arrumar a água na Samae, por causa dos vazamentos!
Já o Antônho do Bidunga diz que em Palhoça não existe vereador enfezado, existe vereador enciumado! O problema da inveja entre os políticos já vem de longa data. Por isso, quando Deus fez os olhos dos políticos, foi obrigado a colocar o nariz no meio! Ééééééééé... Não é brincadeira, não! É brincanagem.


Sob o efeito da “marvada”

Neste mundo de meu Deus
Nunca vi coisa tão medonha
Parece que os políticos
Andam fumando maconha
Com a “marvada” na cabeça
E tendo quem os abasteça
Perderam toda a vergonha.

Já era cada um por si
De Brasília à Barra Funda
Almas são negociadas
E ressuscitadas das tumbas
Único é o pensamento
Soa feito um lamento:
- Queremos é encher a bunda.

Confundir bunda com a cabeça
É sina de viciados
Dependentes da mordomia
Que inundam esse mercado
Com aumento do consumo
Partidos viram boca de fumo
À procura dos chapados.

Com as costuras e os remendos
Fazem uma colcha de retalho
Na escolha de um partido
Para os políticos sem trabalho
Transformavam-se em macacos
E com catinga de sovaco
Vão pulando de galho em galho.

O povo assim se pergunta:
- Os políticos nada sentem?
- Quem será o escolhido
Pra ser nosso presidente?
Mas a corrida começa
A esperança vira promessa
Pra ver quem mais mente. 



Publicado em 22/07/2021 - por Beltrano

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