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Boca Maldita - Edição 1.023

Procon fiscaliza Celesc

A equipe do Procon de Palhoça realizou uma vistoria in loco na Celesc e identificou uma espera superior a 1h30 para o atendimento ao consumidor. De acordo com o secretário de Defesa do Cidadão, Diego Martins, medidas rigorosas já estão sendo adotadas. Ele reforça que atrasos dessa magnitude são inaceitáveis, pois a população tem direito a um serviço ágil, digno e de qualidade.

 

Rua sem saída no Pachecos

Muita gente não entendeu por que a Prefeitura fechou o acesso desta rua no Pachecos. O fechamento, segundo a Secretaria de Serviços Públicos, foi feito a pedido dos próprios moradores, já que a rua nunca teve acesso à marginal da BR-101, a não ser pelo período em que foi usada pela empresa do Contorno Viário para as obras sobre o rio Aririú. Com o trânsito da marginal restabelecido, a rua voltou a ser sem saída para a marginal, já que no local há uma creche e os moradores temem pelo grande fluxo de veículos que vinha sendo registrado na rua para acessar o bairro.
O secretário Beto Farias informou que a secretaria já manteve contato com a empresa responsável pelo Contorno Viário, para que no local sejam instalados os devidos guard-rails, proporcionando mais segurança.

 

Serviço de porco

É uma vergonha o serviço que presta o escritório da Celesc em Palhoça. “Um verdadeiro absurdo”, denunciou o vereador André Xavier, na tribuna da Câmara. Centenas de pessoas que procuram o escritório, localizado no Caminho Novo, cansam de esperar por falta de atendentes, fazendo com que os que precisem de algum serviço fiquem esperando por horas. O vereador Jean Negão pretende denunciar a empresa ao Ministério Público, para que os diretores da Celesc tomem vergonha na cara e tirem suas bundas de suas cadeiras na sede da empresa e venham ver o que aqui acontece - quer dizer, o que não acontece.

Chega a ser desumano, o que a Celesc está fazendo em Palhoça. Principalmente aos idosos, que muitas vezes nem são atendidos e, cansados, desistem de esperar por horas. É público e notório que o único serviço que a Celesc presta em Palhoça com competência é o corte da energia; de resto, é serviço de porco! Na verdade, o que a Celesc quer é que seu cliente “Celasc”, pra combinar com o nome da empresa.

 

Desembargador palhocense é homenageado na Câmara

Uma bonita homenagem foi prestada pela Câmara Municipal ao mais novo desembargador do estado de Santa Catarina, o advogado palhocense William Medeiros de Quadros, na sessão legislativa de terça-feira (9). Willian, filho de motorista do tribunal e sobrinho do nosso saudoso policial civil Nilo Quadros, foi nomeado desembargador na última semana pelo governador de SC, Jorginho Mello, e teve, até agora, a segunda maior votação de um desembargador na história do Tribunal de Justiça. Parabéns pela conquista, é um orgulho para Palhoça essa nomeação!

 

Chuvas castigam Palhoça

Mesmo com o excelente trabalho que vinha sendo feito pela Prefeitura no desassoreamento de rios, valas e córregos, mais uma vez nosso município foi atingido pelo grande volume de chuva que caiu na terça-feira (9), provocando três mortes.

A Secretaria de Segurança Pública de Palhoça e a Defesa Civil decretaram situação de emergência, e famílias residentes em diversos bairros do município foram atingidas. A administração abriu um abrigo provisório localizado no Caic, no Passa Vinte, para abrigar os desabrigados.

Conforme informações divulgadas pela Defesa Civil de Palhoça, foram registrados mais de 140mm de chuva. É importante registrar que o índice previsto para o mês de dezembro seria de aproximadamente 100mm.

Em Palhoça, a chuva teve início por volta das 5h. A maré cheia foi um aspecto que contribuiu para o acúmulo de água em toda a região. Entre os bairros mais atingidos, estão São Sebastião, Caminho Novo, Ponte do Imaruim, Centro e Bela Vista e Aririú.

 

Pequeno histórico das enchentes em Palhoça

As primeiras informações a respeito de cheias por aqui vieram do rio Maruim, nas terras que viriam a se tornar o atual município de Palhoça, e remontam à década de 1820. Em dezembro de 1830, uma forte “lestada” provocou estragos na Freguesia da qual o Arraial de Palhoça fazia parte, destruindo as pontes sobre os rios Araújo e Maruim. A ponte sobre o rio Maruim sofreu avarias novamente em outubro de 1852, com outro fortíssimo temporal.
Em 1886, uma grande inundação atingiu toda a região, assim como a Vila Senhor Bom Jesus de Nazaré, que mais tarde se emanciparia de São José para formar o município de Palhoça. 
Em 1886, todos os rios da localidade (Maruim, Passa Vinte, Aririú e Cubatão) transbordaram dos seus leitos. As águas ganharam tamanha força que todas as pontes de madeira, desde São José até Santo Amaro, desapareceram dos seus lugares.
Na ocasião na tentativa de socorrer uma família que teve sua casa invadida pelas águas, três homens embarcaram em uma canoa para atravessar o rio, no entanto, como a correnteza era muito forte, a embarcação virou, causando a morte de duas pessoas. Essa é a primeira notícia na qual consta o falecimento de pessoas ocasionado pela elevação das águas dos rios em Palhoça, pois até então os prejuízos tinham sido apenas materiais.
No início do século XX, mais precisamente em 26 de janeiro de 1917, as águas do rio Maruim saíram do seu leito, aterrorizando os moradores da localidade, invadindo as pequenas moradias dos pobres que residem pelo “Casqueiro” e Areais.
A partir da década de 1970, Palhoça sofreu uma rápida expansão das áreas urbanizadas, promovida pela conclusão das obras do trecho sul da BR–101. O grau de urbanização subiu absurdamente. 
Durante o ano de 1995, Palhoça sofreu nos meses do verão e da primavera, sobretudo em janeiro e dezembro. Tanto que o vice-prefeito na época, João da Farmácia, precisou decretar situação de emergência devido aos estragos causados pelas persistentes chuvas que caíram na região.


O QUE DIZEM E EU NÃO AFIRMO
QUE o Boca da Saúde não é especialista só em previsões sobre política. Agora também acertou na mosca os quatro times rebaixados na Série A do Campeonato Brasileiro. O homem é um bruxo!
QUE todos sabem que a Câmara Municipal se reúne fazendo duas sessões por semana, sempre às segundas e terças-feiras. O que poucos sabem é que dificilmente essas duas sessões semanais terminam com todos os vereadores presentes. Grande parte dá uma de estudante e esgazeia a Escolinha do Professor Pitanta bem antes do fim do término da sessão. Será que estão de saco cheio?!



Publicado em 11/12/2025 - por Joao Jose da Silva

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