Foto: REPRODUÇÃO/INTERNET
Uma mobilização nacional pode impactar a mobilidade urbana e diversos setores em Palhoça. É a greve dos caminhoneiros, anunciada para esta semana. A paralisação pode começar nesta quinta-feira (19), e segundo o Sindicato dos Transportadores Autônomos de Cargas e Contêineres em Geral de Navegantes (Sinditac), o ato pode se estender até que o Governo Federal cumpra solicitações da categoria.
A greve surge como consequência da alta no preço do diesel, reflexo direto da guerra no Oriente Médio. Apesar de o Governo Federal ter anunciado medidas para frear a alta, como isenções e subsídios, houve um aumento de 11,6% nas refinarias pela Petrobras.
A categoria exige que o piso nacional do frete seja reajustado, para acompanhar os novos custos. Esse foi o acordo realizado na greve dos caminhoneiros de 2016, mobilização que gerou impactos nacionalmente.
Além disso, há relatos de que diversos postos de combustível estariam aumentando o preço do diesel, em suposto desacordo com as medidas do Governo Federal. Por conta disso, o Procon de Palhoça realizou ação de fiscalização na segunda-feira (16).
Para averiguar a situação, as equipes do Procon passaram por diversos postos de combustíveis do município, com o objetivo de verificar o recente aumento nos preços praticados.
A fiscalização ocorreu em estabelecimentos localizados nos bairros Aririú, Bela Vista, Caminho Novo, Centro, Jardim Eldorado, Nova Palhoça e Pagani.
“Durante a operação, os postos foram notificados a apresentar notas fiscais de aquisição e documentos que comprovem a formação dos preços, a fim de apurar eventual elevação sem justa causa, conforme previsto no Código de Defesa do Consumidor”, informa a Prefeitura.
Em um cenário em que os aumentos de preço do diesel seguem com incertezas, a greve dos caminhoneiros está prestes a iniciar. Diante disso, órgãos como a Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava) orientam que grevistas não obstruam vias durante as manifestações. As equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) seguem monitorando a situação nas rodovias federais que cortam Santa Catarina.
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