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Boca Maldita - Edição 784

A Boca Maldita é Sua...

Camilo Martins, ex-prefeito de Palhoça: “Nesta semana, tomei conhecimento, pelos meios de comunicação, de que o secretário de Estado da Fazenda de SC, Paulo Eli, disse que ‘Santa Catarina não precisa criar auxílios, pois as pessoas não estão desempregadas’”. Até este momento, ainda estou pensando em qual estado o digníssimo secretário está vivendo. Santa Catarina pede, sim, socorro, seja na economia ou em qualquer outro ramo. Pessoas estão suplicando por um emprego, a pandemia desestruturou toda a nossa economia. Realmente, tivemos setores que continuaram a crescer, mas raríssimos casos; economias fortes, como o turismo, os micro e pequenos empreendedores, o setor de entretenimento e os trabalhadores informais de uma forma geral estão pedindo socorro! 
A desgraça já está anunciada, mas agora é preciso pulso firme e cabe ao governo do estado, junto com a sociedade, adotar medidas que minimizem esses impactos, enquanto ainda há tempo. 
Quero dizer que o governo de Santa Catarina, por estar com forte crescimento na receita, como o próprio secretário da Fazenda disse em entrevista, deveria estar preocupado em ajudar as pessoas mais afetadas pela pandemia, ouvir as pessoas e auxiliar os setores que estão passando por um dos momentos mais delicados da sua vida. Não posso, não quero acreditar que o governo diga que não tenha dinheiro para esse auxílio mais do que emergencial. Estamos passando por um fato raríssimo, algo grave que deve ser levado a sério.
Sabemos que Alemanha criou um programa de recuperação econômica, enquanto o secretário diz que Santa Catarina não precisa. Obviamente que não temos condições de ter um programa de recuperação como o da Alemanha, mas o mínimo diante da receita recorde que ele anuncia, o governo deveria apresentar. É inconcebível que países como Inglaterra e Nova Zelândia, por exemplo, precisem, e Santa Catarina, não. 
Acredito que, para, no mínimo, diminuirmos tudo isso, o governo de Santa Catarina, de imediato, deve analisar essa realidade e implantar de uma forma rápida auxílios aos setores afetados e aos milhares de desempregados, que, infelizmente, o secretário da Fazenda não enxerga a realidade de nossa gente catarinense”.


Lixão na Max Schlemper

Moradora e empresária da rua Max Schlemper, na Ponte do Imaruim, pede, encarecidamente, providências da Prefeitura para resolver esta verdadeira vergonha feita por gente da própria comunidade, que transformou a calçada de sua rua num verdadeiro lixão. 


A rua dos vazamentos

Moradores da rua Nossa Senhora das Graças, no Alto Aririú, alegam que vivem obrigados a conviver com os inúmeros vazamentos de água da rede da Samae, já que a rua é usada por muitos caminhões que abastecem um supermercado. O problema maior é que os vazamentos levam uma eternidade para serem consertados, e enquanto isso, os moradores são obrigados a conviver com os problemas. 


Vacinação e precauções
O vereador João Batista de Souza Junior (Juninho da Farmácia, PL) solicitou ao secretário de Saúde de Palhoça, Rosiney Horácio, a convocação de um profissional da área da saúde para prestar esclarecimentos aos vereadores sobre o protocolo de tratamento precoce à Covid-19 proposto pelo município. 
Juninho alega que falta esclarecimento ao povo palhocense sobre o tratamento precoce e sua eficácia. O vereador também quer saber se, na rede de saúde pública municipal, há medicamentos a serem prescritos aos pacientes com sintomas da Covid-19.


Calçadas no centro
Há quem diga que as obras das calçadas no Centro da cidade estão iguais à vacinação contra a Covid-19, em gotas. Nota-se que, principalmente na rua Vereador Osvaldo de Oliveira, a empresa responsável patina, patina e não sai do lugar, e não fez ainda 20 metros de calçadas durante a administração Freccia.
Na Câmara, argumentaram ao vereador Estefano Broering (Avante) que o problema era falta de grade nas bocas de lobo. Mas como, se todas já estão devidamente colocadas até a ponte do rio Passa Vinte?
A comunidade pede ao prefeito Eduardo Freccia que dê uma cutucada na empresa responsável, pra ver se eles saem do lugar.


O que Dizem e Eu Não Afirmo...
QUE é uma vergonha o governo do estado não conseguir entregar o ginásio do colégio Governador Ivo Silveira. Dinheiro público jogado às traças!
QUE Palhoça não possui fiscal de postura em caráter efetivo para fiscalizar os terrenos baldios. Por outro lado, o que não faltam são terrenos baldios.



Publicado em 25/03/2021 - por Joao Jose da Silva

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