0b687be4abc8e3102b28d37eccb1da56.jpeg Celesc instala um novo transformador na subestação de Palhoça

1c3cd3feb610db6b7dd895ce7d8effdd.jpeg Com obras adiantadas, viaduto no Contorno Viário é reaberto nesta sexta-feira (24)

1401640937629c4bec678aed45a24d38.jpeg Homens conduzindo motos esportivas são presos durante a madrugada na BR-101 em Palhoça

50d8acc2803ba706c2de84923d95d8a0.jpeg Corrida inaugura avenida Arlindo Philipi May, novo eixo de desenvolvimento da cidade

84475e8b1a47efd6b1acef8d5d45533f.jpeg Montanhistas instalam nova caixa de cume no Morro do Cambirela

b4494b18bd3c96b530b02c3d01741f6f.jpeg CEI Formiguinhas: Dia da Família na Escola marcado por música, brincadeiras e homenagem emocionante

db5d625340c0c619258dbb785ee6a6d9.png Dupla Rick & Renner é uma das atrações do Palhoça Rodeio

d45dd9f9879349445ccdb98ca157411b.jpg Palhoça recebe competições de jiu-jitsu e taekwondo

2f36aeb16a9fd815cea58722399b9f8f.jpeg Ricardo Martins conquista dois títulos no Rally RN 1500

ca47531ecaeb54bb9a0e27134b0b391b.jpeg Thiago Lohn disputa Sul-Brasileiro de Kart e mira desafio mundial na Europa

9160ab816709c46c73069b7b42201c5e.jpeg Associação Palhocense de Skate projeta futuro do esporte em Palhoça

567c3a3fc78504c24a3ae9967947d9ab.jpeg Guarani de Palhoça estreia na Série B do Catarinense no sábado (25)

8fb6a663cde4b02a7c9d15bedbabf297.jpeg Saneamento é importante para a redução das desigualdades sociais

df5d5ff3b11b88d0ffef72fe1292e8c6.jpeg O saneamento é a chave para proteger a água que não vemos

864bb080524f53cb6f63c54ec9d4b6f9.jpeg Como a iniciativa privada pode transformar o saneamento básico no país

bf95350ffa78af67a89b6776da8f2ae6.jpeg Comprou ou alugou? Atenção à titularidade do cadastro da ligação de água

616911134d1c0068b4f9bcee89653ead.jpeg Vazamentos internos: é possível evitar o desperdício de água e aumento no consumo em PH

Palavra do Leitor - Por Cristina Schwinden

Por Cristina Schwinden

Um dos maiores desafios existentes no mercado de tecnologia provavelmente é oferecer suas soluções ao governo. Assumindo que a burocracia construída no país afeta diretamente esta relação, vale a pena estudar formas alternativas de alcançar a coletividade sem ser da maneira convencional: via concessões públicas.

Antes de me aprofundar, eis uma breve explicação do que se tratam as concessões. Elas foram definidas por Lei em 1995 e abarcam a transferência de um ativo público para a iniciativa privada, de forma temporária, de tal forma que sejam feitos investimentos, realizados serviços públicos e, de forma regrada via contrato, haja o pagamento via pagamento direto do cidadão e/ou pelo poder público.

As concessões mais conhecidas são as de rodovia (onde os pedágios remuneram as empresas); transporte público (onde a empresa presta o serviço e cobra a tarifa); parques e espaços públicos (onde pode haver pagamento do cidadão ou do poder público; e, de forma mais recente, a iluminação pública (onde as empresas recebem do poder público a contraprestação que advém da CIP/COSIP).

Outros diversos tópicos podem ser abarcados pelas concessões. Com os programas federal e estaduais, até mesmo os municipais, várias outras ideias estão sendo incorporadas como ações de desestatização. A lógica é clara: atrair investimentos privados, serviços de qualidade e atualização tecnológica com contratos de longo prazo medidos por desempenho. O “fardo” de gestão de contratos e licitações é reduzido e a máquina pública pode se concentrar em áreas que mais importam, como educação, saúde e assistência social.

E com o advento destes contratos surge uma oportunidade para o setor de tecnologia: as receitas acessórias!

Como os contratos são de longo prazo e prezam pela eficiência, as empresas estão à procura de novas formas de remuneração e/ou de eficientização. Um exemplo de receita acessória clássica é a exploração de publicidade em ônibus. Mas em contratos mais recentes, disponibilizar WiFi para o cidadão; aplicativos que monitoram onde o ônibus está; alertas e sensores começam a aparecer com frequência.

Outra forma clássica está na iluminação pública com a telegestão nos pontos. Em cada equipamento podem ser agregados outros serviços que trazem valor para a cidade. Além disso, a conectividade pode ser aproveitada por estacionamentos inteligentes, sinaleiras, pontos de ônibus, sensores, dentre outros.

E como estas receitas são moduladas?

As empresas responsáveis pela concessão, respeitando as regras contratuais, possuem certa liberdade para trazer estas novas ferramentas. A relação acaba sendo B2B (business-to-business, que se refere a duas empresas que fazem negócios como cliente e fornecedor). Logo, todo o aparato burocrático fica de fora, facilitando a oferta de novas tecnologias a contratos públicos.

Por fim, fica a provocação ao setor tecnológico demonstrando a existência de novas possibilidades nos próximos anos. A junção entre setor privado e público agrega positivamente na prestação de serviços públicos: cabe a nós saber como viabilizar.

Cristina Schwinden* Graduada em Administração Pública ESAG/UDESC. Mestre em Administração UFSC. Secretária de Administração da Prefeitura Municipal de Palhoça/SC.



Publicado em 23/08/2021 - por Palhocense

btn_google.png btn_twitter.png btn_facebook.png








Autor deste artigo


Mais vistos

Publicidade

  • ae88195db362a5f2fa3c3494f8eb7923.jpg