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Novo laudo aponta possíveis causas para mortandade de peixes

Veja as conclusões da Polícia Militar Ambiental sobre episódios recentes na região

fe0734bfe51094627c80d3083f2de445.jpeg Foto: JPP

A sequência de episódios de mortandade de peixes em rios de Palhoça e região, registrada ao longo desses primeiros meses de 2026, ganhou novas explicações. Segundo especialistas, o fenômeno pode estar relacionado a uma combinação de fatores ambientais, possivelmente agravada pela ação humana. A conclusão consta em laudo divulgado na segunda-feira (20) pela Polícia Militar Ambiental (PMA).

O laudo da PMA surgiu após análise de amostras coletadas durante fiscalizações na região do rio Maruim. De acordo com o documento, elaborado com base em exames microbiológicos e físico-químicos, três fatores principais atuaram de forma conjunta para provocar a morte dos animais: a acidez da água, com pH de 4,9; a temperatura elevada, registrada em 28,6°C; e a presença de surfactantes — substâncias associadas ao esgoto doméstico e que aumentam a carga orgânica no ambiente aquático.

Segundo os técnicos, essas condições comprometem diretamente a sobrevivência dos peixes. A água ácida afeta a fisiologia dos animais, enquanto a alta temperatura reduz os níveis de oxigênio dissolvido e eleva o metabolismo, aumentando a demanda por oxigênio. Já a presença de resíduos orgânicos intensifica o consumo de oxigênio na água, agravando o quadro.

 

Casos recorrentes

Entre janeiro e abril, pelo menos quatro ocorrências de grande impacto foram registradas em diferentes pontos do município. Imagens e vídeos compartilhados por moradores mostram milhares de peixes mortos acumulados às margens de rios, especialmente em áreas próximas a manguezais.

No fim de março, casos dessa natureza ocorreram nos bairros Pachecos e Barra do Aririú, onde uma grande quantidade de peixes foi encontrada logo nas primeiras horas da manhã. Situações semelhantes já haviam sido relatadas, também em março, na Barra do Aririú.

A recorrência, no entanto, passou a chamar mais atenção a partir de 23 de fevereiro, quando o Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA/SC) investigou uma mortandade expressiva no rio Coturno. Na ocasião, a análise inicial descartou a hipótese de poluição como causa direta.

Casos semelhantes também já haviam sido registrados em anos anteriores. Reportagens publicadas no Palavra Palhocense em 2023 e 2024 apontavam episódios pontuais, mas a frequência observada neste ano ampliou o alerta entre moradores e autoridades.



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