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Editorial - 687

Contornando os prazos
 
Por quanto tempo eles pretendem contornar a obrigação? Até quando eles pensam que seremos manipulados por prazos que nunca se cumprem? As regras de trânsito são claras e a punição para motoristas infratores é dura. Ao cidadão, não são permitidas flexibilizações no pagamento de multas, por exemplo, e não se pode passar no pedágio e dizer, simplesmente: “Pago em novo prazo, que será futuramente estabelecido”. Mas por que no caso da construção do Contorno Viário pela Autopista Litoral Sul a regra é diferente?

Temos uma suspeita: o grupo espanhol Arteris, ao se estabelecer aqui e assinar o compromisso de que a obra de 51,4 quilômetros entre Governador Celso Ramos e Palhoça estaria finalizada até 2012, já pretendia rasgar o acordo. Conhecendo a frouxidão de nossa Justiça (com os mais poderosos), os megaempresários só começaram a mexer na terra em 2014. Puro deboche!

Estamos falando de vidas humanas, desenvolvimento econômico e urbano. Tudo isso estrangulado por uma obra privada que assimilou bem rápido a má gestão das obras públicas. As cancelas do pedágio na divisa entre Palhoça e Paulo Lopes não param jamais. Enquanto o caro leitor lê este editorial, centenas de reais vão para a conta de uma empresa que não cumpre seu papel. 

Queremos honrar com nosso papel de cidadãos. Mas exigimos respeito com nossas leis e nossa soberania. Chega de sermos feitos de bobos. Em salas luxuosas, os responsáveis por esse atraso de uma década debocham da impunidade das terras tupiniquins.



Publicado em 02/05/2019 - por Palhocense

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