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Beltrano - Edição 775

Um ano novo de novo e minhas utopias

 


Que neste ano novo,
Só se fale a verdade
Com justiça e caridade
Esse bem eu sempre louvo
Cheio de dignidade
Que se plante a bondade
Para ajudar nosso povo.

A educação é importante 
Palhoça quer poesia 
O político quer o eleitor 
Que faz a sua alegria 
Uma cidade sem cultura  
E político sem compostura
É como um cego sem guia.

Por isso peço aos políticos
Que estão na administração,
Que visitem as comunidades,
Dos pobres tenham compaixão
Nossa cidade é de cimento
Mas não é só de calçamento
Que vive a população.

Venham ver que falta pão,
Onde deveria ter queijo,
Animais soltos na rua,
Carroças rangendo o eixo,
Sem nada para morder
Esperneia pra não morrer
De fraqueza cai o queixo

Quem trabalha e dá progresso
Não tem o menor valor
Não tem hospital, não tem médico
Vive berrando de dor
Os nossos políticos sem classe
Não veem que o progresso nasce
Das mãos do trabalhador.

O trabalhador braçal
Não ganha nem pra comer
Ganhando um salário mínimo
Vive condenado a morrer
Mas o bandido na prisão
Tem celular, televisão
Roupa, comida e lazer.

Este povo pobre, contumaz
Mexe com os brios meus
Faz do problema incentivo
Para os compromissos seus,
Porque maior do que tudo
É ouvir o lamento agudo
Da fé que ainda tem em DEUS.

Se a paz aqui afunda,
Até lá no cemitério
Perto da casa do Ronério
Onde se invade até tumba.
Que criem vergonha na cara
Seja homem ou rabo de saia
Não faça da cara uma bunda.

No cemitério falta teto,
Peço que ninguém morra mais
Nem morrer se morre em paz
Vejo nosso destino incerto.
De tristeza dou um grito
Apelo ao São Benedito
Para que eu morra quieto.

Nada é fácil nesta vida,
Mas vamos perseverar
Pois desejo conquistar
Com trabalho e muita lida
Pra este mundo mudar
E o ser humano encontrar
A felicidade perdida.

Para viver aqui em Palhoça
Não quero lugar requintado
Quero cumprir meus deveres
Antes que sejam cobrados
Por outro lado me empenho
Para que os direitos que tenho
Também sejam respeitados.

O meu sonho desejado
É pra que toda nossa gente
Não viva o individualismo
E sim coletivamente
Ter políticos de intenções boas
Para que todas as pessoas
Vivam mais dignamente.

Quero uma Palhoça diferente
Sem ambição e cobiça
Quero ver por todo canto 
Menos marginal, mais polícia
Chega de ver tanto ladrão
Se passando por cidadão
E zombando da Justiça.

Quero ver a injustiça
Sumindo da sociedade
Quero o fim da politicagem
E de tanta desonestidade
Só assim a nossa nação
Vai ter saúde e educação
E segurança de verdade.

Que não haja desigualdade
Em Palhoça em lugar nenhum
E que o bem-estar faça parte
Da vida de cada um
Sendo a ladroeira banida
E a sociedade envolvida
Promovendo o bem comum.

Que por todo canto da cidade
Cresçam os frutos da paz
Que cesse tanta violência
E que ela não volte mais
Que acabem com essa doença
Exterminando as diferenças
Entre as classes sociais.

Que aqui não exista fome
Que em toda mesa tenha pão
Que o gestor público seja honesto
E faça nossa a administração
Que a Justiça dê combate
E com seu veneno mate
A praga da corrupção.

Queremos políticos zelosos,
Com emoção e prazer,
Que possuam compromisso
E usem bem seu poder
Pra ajudar na nossa luta
Pregando paz e conduta
Para o povo melhor viver. 

Que apareça em Palhoça
Mais político bom do que ruim
Que nos assaltos e sequestros
A polícia ponha um fim
Que desapareça a miséria
Pois minha utopia é seria
Quero essa Palhoça pra mim.

Falei demais, alguém diz,
Agora vou encerrar
Mas antes quero desejar
Algo que eu sempre quis:
Desejo que quando janeiro chegar
O povo palhocense vá encontrar
Todo seu resto de ano feliz.

 

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Publicado em 21/01/2021 - por Beltrano

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