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Reabertas neste mês, as Salas Lindolf Bell 1 e 2 são vitrines representativas da arte em Santa Catarina. Localizadas no Centro Integrado de Cultura (CIC), as salas passaram por reforma. Neste novo momento, uma artista de Palhoça é destaque na primeira exposição após a reabertura. A mostra segue aberta para visitação gratuita até 3 de maio.
Intitulada “Raízes e Reflexos: A Arte de Santa Catarina”, a exposição tem curadoria de Beatriz Rey, artista visual moradora da Guarda do Embaú. Além de curadora da Sala 2, ela assina 10 das obras que estão expostas.
Somando as duas salas, a mostra conta com obras de 15 artistas catarinenses. São trabalhos em pintura, cerâmica e escultura que oferecem um percurso que captura desde o cotidiano e os costumes catarinense, até as expressões mais inovadoras da arte moderna e contemporânea.
Na Sala 1, o público encontra obras de Osmarina Maria Villalva, Paulo Villalva, “Índio” (Elias Andrade), Claudio Schmitz, “Dão” (João Dias, também de Palhoça) e Tolentino Santanna, com curadoria de Frederic C. J. Guillemot.
Já sob o olhar curatorial de Beatriz Rey, a Sala 2 expõe trabalhos de Gustavo Scheidt, Susano Correia (mais um artista palhocense), Eliza Makray, Beatriz Rey, Gracielli Dall Agnol, Joice Breda, Karine Abatti, Marta Facco, Murilo Leal e Mousse, com curadoria de Beatriz.
Aberta na última sexta-feira (20), “Raízes e Reflexos” inaugura o ciclo de exposições de 2026 e sinaliza uma renovação no circuito local, ao abrir espaço para artistas que operam a partir de experiências contemporâneas e deslocamentos sensíveis.