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Covid-19: Palhoça em risco gravíssimo

De acordo com o Governo do Estado, 79 palhocenses já perderam a vida para a Covid-19

2ff9f2e3bea5a735a788d23766ab9c21.png Foto: DIVULGAÇÃO

Santa Catarina amanheceu, nesta quarta-feira (25), com 13 das 16 regiões enquadradas em risco gravíssimo para a Covid-19 (incluindo a Grande Florianópolis), segundo a matriz de classificação do governo estadual. Esse é o pior cenário, no estado, desde o início da pandemia. 

Até o começo da semana, Palhoça estava inserida na escala de risco grave. Agora, o município volta para a cor vermelha, que representa o estágio mais grave no mapa de risco. Na região, a transmissibilidade, que é a variação no número de confirmação e casos ativos, também preocupa: está em grau quatro, o nível máximo da tabela.

Segundo boletim divulgado pelo governo de Santa Catarina nesta quarta-feira (25), Palhoça tem 726 casos ativos do novo coronavírus. Ao todo, são 11.348 casos confirmados e 79 óbitos em todo o município, desde o início da pandemia. Porém, os números podem ser ainda maiores, já que a Secretaria Municipal de Saúde contabiliza 80 óbitos e informa que está monitorando 1.366 pacientes.
O boletim atualizado ainda conformou 31 novas mortes no estado, somando 3.561 óbitos em Santa Catarina. Houve um acréscimo de 1.040 casos em monitoramento somente nesta quarta-feira (25).

Os números refletem na taxa de ocupação de leitos do SUS, que chegou a 84,4% em todo o território estadual. Se for considerar só a Grande Florianópolis, o número é sutilmente menor, com 78,3% dos espaços em uso.


Aumento expressivo
Comparando com os dados da última semana, o número de regiões no mais alto nível da escala aumentou em 333%. Na atualização anterior, apenas três regiões estavam no grau gravíssimo: Xanxerê, Alto Uruguai e Laguna. 
Toda semana, o mapa de classificação de risco é divulgado pelo governo de Santa Catarina. Para o cálculo dos níveis de riscos, é considerada uma combinação de fatores, como transmissibilidade, disponibilidade de leitos e aumento de casos em cada região. 


O que muda

Nas regiões que apresentam risco gravíssimo ou grave, continuam proibidas as realizações de eventos como congressos, concursos públicos, museus, feiras e exposições.

Parques aquáticos estão proibidos de funcionar; competições esportivas coletivas, ou em que há contato direto com outras pessoas, também estão suspensas no município.

Nas regiões de risco gravíssimo, o número de usuários nas academias deve ser 30% da capacidade, bem como nos templos religiosos e em hotéis.

Já as provas de roupas estão autorizadas em todas as regiões do estado, de acordo com medida divulgada no Diário Oficial, no dia 18 de novembro. 

 

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