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Mãe aguarda cirurgia para a filha de cinco anos

Menina foi diagnosticada com adenoide e aguarda na fila de espera para o Hospital de Biguaçu há mais de um ano

61d6c68ea5e0b32ca92d4f168c0599ed.JPG Foto: NORBERTO MACHADO

Texto: Isonyane Iris
Moradora do Frei Damião, Carla Eduarda Seemann não aguenta mais ver a filha Paola, de apenas cinco anos, sofrer todos os dias enquanto espera na fila por uma cirurgia de adenoamigdalectomia. Primeiro, o médico pediu uma raspagem por conta de uma adenoide, mas com a demora, o problema agravou e agora ela precisa de uma cirurgia para correção da adenoide e das amigdalas. A mãe estaria ainda mais preocupada porque na última consulta o médico teria dito que a demora nesse procedimento está complicando a situação da pequena Paola, que agora já está começando a ter dores frequentes nos ouvidos. 
Com cinco anos e apenas 15kg, Paola está muito abaixo do seu peso - segundo o médico, por causa da respiração obstruída. “Como ela tem adenoide, ela só respira pela boca, então, ela acaba tendo muita dificuldade de se alimentar. À noite, ela ronca muito e agora com o problema também na garganta ela vive reclamando de dor. Há pouco tempo começaram as dores nos ouvidos. Segundo o médico me explicou, o problema está agravando e ela precisaria de uma cirurgia rapidamente. Chegamos a ver particular, mas o valor chegou próximo dos R$ 6 mil e eu não tenho esse valor”, lamenta a mãe, afirmando que se sente impotente de ver a filha todos os dias reclamando.
Orientada pela médica a não deixar a pequena Paola correr muito e fazer muito esforço, por causa da respiração, a mãe pediu na escolinha a ajuda das professoras. “As professoras me contaram que não conseguem segurar ela, que ela quer brincar e correr com as outras crianças. Nessa hora que me dói ver ela querendo brincar e não poder”, lamenta Carla. 
Há mais de um ano, a menina foi diagnosticada com adenoide e encaminhada para uma raspagem. Há um ano ela aguarda na fila de espera encaminhada de Palhoça para o Hospital de Biguaçu. “Já liguei lá várias vezes, pedi para a Secretaria de Saúde de Palhoça um parecer, mas eu não consigo informações sobre a posição da minha filha e muito menos de quantas pessoas ainda estão na frente dela”, reclama a mãe, sobre a falta de informação. 
Com a demora para o procedimento de raspagem, a situação da menina agravou e Carla procurou uma consulta com um especialista no Hospital Regional em São José. O médico teria dado para a mãe um pedido para uma cirurgia de adenoamigdalectomia. Carla levou o pedido médico para a postinho, mas a informação repassada era de que a requisição teria que ser do município de Palhoça e não de São José. A mãe então pediu uma consulta com um otorrinolaringologista de Palhoça, mas até hoje está esperando e nada. “Quando eu procurei mais informações na Secretaria de Saúde, eles me responderam para eu ficar calma que esse problema não mata”, conta a mãe, indignada com a situação. “Eu sei que não mata, mas só eu sei o sofrimento que ela tem para respirar, comer, brincar e dormir. Eu e meu marido trabalhamos, mas mesmo assim não temos condições de fazer uma cirurgia particular, por isso estamos pedindo de todas as formas que o município nos ajude nessa situação. Ver minha filha piorando é um sofrimento enorme para mim”, pede a mãe, chorando.

O que diz a Secretaria de Saúde
A Secretaria de Saúde esclarece que a paciente não aguarda consulta em Palhoça, pois a mesma foi atendida em julho do ano passado pelo otorrinolaringologista do município, que verificou a necessidade do procedimento de adenoamigdalectomia, o mesmo prescrito pelo especialista que a atendeu na emergência do Hospital Regional de São José. “É importante esclarecer que a entrada para a realização do procedimento ocorre pela unidade de saúde onde a paciente mora, no caso Palhoça. Porém, a cirurgia citada é realizada pelo Hospital de Biguaçu e, portanto, regulada pelo referido município. De acordo com o Sistema de Regulação, a paciente aguarda desde dezembro uma consulta com o especialista que realiza o procedimento naquela cidade”, informa.
A secretaria lembra que a fila de espera é classificada pelo médico regulador de acordo com a prioridade.



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