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Beltrano - Edição 1.010

 
Entre a fome e a penúria 
 
Minha Santa Piriquita da Cova Funda! A previsão do tempo para o início de mais uma campanha eleitoral vai ser de amargar: o tempo vai fechar em SC e em Palhoça chove até na rua que um dia foi tapada. No ano que vem, vai chover santinhos e santinhas nas zonas eleitorais! Eleição é isso mesmo, irmão, os santinhos acabam todos na zona! Rá, rá, rá, rá...
Notícia extra e ordinária! Deu na Coluna do Margarida e não é gozação, não: “Homem no Furadinho atira no próprio estômago para matar a fome! A esposa, desorientada, ficou sozinha e com um vazio ainda maior... no estômago”. 
O Kbção se antecipou ao Margarida, saiu na frente e conseguiu entrevistar a esposa do falecido, num verdadeiro furo de fofocagem. Eis a entrevista:
– Seu nome?
– Felisbina Felícia Fagundes Faria.
– De onde a senhora é?
– Furadinho.
– E agora, pra onde a senhora vai?
– Formiga.
– Profissão?
– Fui frentista.
– Deixou o trabalho?
– Fui forçada.
– Por quê?
– Faltou força física.
– E o que fazias?
– Fiscalizava filtros e fluidos de freios.
– E seu esposo?
– Faleceu.
– De quê?
– Furo no fígado.
– Por quê?
– Fobia, friagem e fome.
 
Conclusão: o Kbção e dona Felisbina, famintos, foram festejar. Foi uma fartura na Fígaro’s. Lá, pediram um farto filé de frango frito feito no forno, com farofa, feijão e fritas. Partilharam: pão de forma fermentado em fatias finas. Tomaram Fanta (diet) e finalizaram com frutas frescas folheadas com figos e framboesas. No fim, ficaram fartos e foram... fofocar! Pensou o quê? Que tivessem ido ver um filme no Fiesta e depois fumar? Rá, rá, rá, rá, rá... 
 
O “P” do Pedro e o “P” dos políticos
O Pedro do Porfírio da Pinheira, parente próximo de um político de Palhoça, era pedreiro na Prefa. Com pouco preparo, Pedro pulou de profissão e passou a pintar. Pintava portas e paredes dos prédios da Prefa. Porém, como a Prefeitura ainda não havia promovido o Plano dos Profissionais da Prefa, pediu para parar profissionalmente, preferindo pintar panfletos e placas pra propaganda política, prevendo mais pujança e paz! 
Pegou seus poucos pertences e partiu da Ponta do Papagaio para a Ponte, com a promessa dos políticos de pegar a propaganda do PP, PSD, PT, PL, PDT... Posteriormente, Pedro passou pelo Pontal para dar uma palavrinha com o Pakão e pernoitar de passagem no prostíbulo da Patrícia, uma potranca sua prima. Pretendia praticar pinturas profissionais com as pobres prostitutas. Pouco praticou, porque o pai, seu Porfírio, pegou-o na putaria e prometeu passar o “pega” pra Paula, patroa do Pedro. Pálido e pedindo perdão pro pai, partiu pateticamente, parando no Pachecos pra posteriormente partir pro Passa-Vinte. Passou a pegar propaganda dos partidos pra pichar os postes, porteiras, prédios... “Fez freguesia”, diria dona Felisbina, atual namorada do Kbção!
Minha promissora padroeira Piriquita da Cova Funda! Pedro passou a pagar pra pintar pros políticos. Pintou pilhas de placas que plantaram pelas praças e periferia de Palhoça, poluindo da Pedra Branca à divisa de Paulo Lopes. Mas poucos pagavam pelas pichações e pinturas das placas. Peleou pelo pagamento. Passando por profundas privações, pediu providência pra Promotoria Pública e pro Procon pra não precisar pedinchar pros políticos, que precisavam do patrimônio público para se perpetuarem no poder. O promotor prometeu priorizar seu pedido, mas pediu paciência, pois eram punhados e punhados de processos que precisava puxar primeiro antes do processo do Pedro. O Procon pediu para ponderar, pois precisava priorizar o aumento dos preços dos produtos. 
Os políticos até pagaram um pouquinho do que prometeram pelas pinturas, já que até palanques foram pintados! Pedro pensou em pedir providênciais para o pelotão policial, mas preferiu parar de pintar pros políticos, para não penar permanentemente. Pensou palavreando pra si próprio: “Pare e pense, Pedro: se proferires palavras pesadas pros políticos poderosos, podes penar com prisão perpetua, pois político privilegiado preso parece piada. Na prisão, só permanece preso: pichador, pobre, preto e prostituta”. 
Perdido e pesaroso, eram pretas as previsões que passavam pelo pensamento, provocando pesares. Precisou pedir pinico pra Prefa, pedindo a profissão de pedreiro de volta, mesmo sem plano; se precisasse, pegaria na pá e na picareta, parindo do peito o perdão e a perseverança, mas com um pouco de preguiça.
Foi pedir pra um prefeito do passado. Na Prefa, passou pela porta principal pedindo ao porteiro pra dar umas palavrinhas com o prefeito. Mas um proeminente provedor parlamentar, ou puxa-saco, pegou no pé do Pedro, proferindo palavrões: “Pediste permissão para penetrar no prédio da Prefa do PL, seu porqueira petista? E proferindo palavras no pé do ouvido do prefeito, premeditou: “Pedro pintou placas pro PT e pro Pereira, portanto é prematuro que permaneça na Prefa”. Pasmo, o prefeito proferiu potente palavrão, pois o PT, como passatempo, pinchava pedras na Prefa, no próprio prefeito e nos parlamentares. Era uma pedra no pé ou poderia dizer: um pé no pinto! 
Pálido e perdido, Pedro preferiu pedir pinico ao Pitanta e aos presidentes dos partidos para prosseguir pintando e papando seu pirão, que partia em pequenas partes com a patroa, os pupilos e os parentes. Porém, o presidente do parlamento palhocense, Pitanta, puxando-o pelo pescoço e proferiu palavras pesadas de pêsames: “Para pintar pro Pitanta, precisas pintar como eu pinto”. E pegando o Pedro pelos pulsos, propôs a profissão perfeita: pescador de pacu na Praia da Pinheira. Por fim, Pedro só pescou pingulão e pacu. Por pura precisão, passou a fazer política pedindo posição na Prefeitura e na presidência da Câmara; pensava que teria prestigio para com os políticos e não prosseguir penando na Pindaíba, como muitas pessoas de Palhoça, principalmente, depois do período de política-eleitoral!
Permita-me pedir paciência e parar de ser pateta! Se você, povão, não parar pra pensar... vai pensar peleando e você pode se ferrar como a Felisbina ou ser perseguido como o Pedro, perspectivamente! 
Eu pretendo pensar pra votar, pra não me ferrar. Pensei. Portanto, pronto, parei! Mas prometo provocar os predestinados nas próximas páginas do Palavra Palhocense e pegar no pé dos políticos antes e depois da posse! Podes crer, pessoa!


Publicado em 11/09/2025 - por Beltrano

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