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Beltrano - Edição 815

Sócrates: “Só sei que nada sei” – Ato – II

 

Extra! Extra!! Beltrano está de volta com a segunda etapa da pesquisa sobre os tempos de escola dos nossos políticos! E vamos logo ao assunto, pois, dos políticos que pesquisei, só quem fez Direito foi o ex-prefeito Camilo Martins; já o Pitanta nunca fez Direito, mas seus filhos fizeram! Constatei também que a maioria hoje é contador, de história, é claro! Rá, rá, rá, rá...
Começo esta segunda etapa com uma revelação: o atual prefeito Eduardo Freccia, provavelmente, será candidato à reeleição nas eleições de 2024. É que ele aprendeu a lidar com o medo a partir do momento em que sua mãe foi chamada na escola, lá em Jaguaruna! Ele me confessou:
– Minha mãe me ensinou a ter paciência. Ela sempre dizia: “Espera teu pai chegar em casa e você vai ver só”. 
Quem também pode vir a ser candidato é o Ronério ou a Dirce; de um jeito ou de outro, é um Heiderscheidt. O Ronério me confidenciou, em entrevista, que desde pequeno sempre quis causar choque, por isso costumava colocar a mão em cerca elétrica, só pra ver se funcionava! Sendo assim, tem dito: “Que venham Eduardo, Ivon, Camilo, Luciano, Jean Negão...”! O Ronério sabe que quem nunca rabiscou a carteira da escola, não sabe o que é marcar o território. E ele já rabiscou a Prefa toda!
Já o ex-prefeito Camilo nunca foi o primeiro de sua classe, mas também nunca rodou, porque sempre ficava em segundo. Humilde, nunca se importou com isso, e costuma dizer que em segundo também se chega. Rá, rá, rá, rá...
O meu amigo Edinho da Formiga é que sempre foi um menino muito espirituoso. Uma vez, a professora da escola do Aririú da Formiga perguntou pra ele:
– Edinho, diga-me uma palavra que comece com a letra C.
Respondeu:
– Vassoura, fessora!
– E onde tem a letra C em vassoura? – perguntou a professora.
Edinho respondeu, na tampa:
– No cabo, fessora!
E a professora, admirada:
– Esse menino ainda vai longe!
Mas veja só como são as coisas: quando o coronel Ivon era pequeno e estudava no Vicente Silveira, uma de suas professoras disse pra turma:
– Quem quer ir para o céu levante o dedo!
Todo mundo levantou, menos o Ivon!
Então, a professora perguntou:
– Ivonzinho, por que você não quer ir para o céu?
Ele respondeu:
– É porque minha mãe falô qui quando eu telminasse a aula era pla eu ir dileto pla casa!
Coisa bonita ser obediente, né?! Coisa linda!!
O Luciano Pereira é um dos poucos ex-alunos de Palhoça realmente preparados para o que der e vier, ou melhor, para quem vier e lhe der, tanto que já está preparado para outra eleição. É que seus professores lhe ensinaram a pensar no futuro. Ele me confidenciou: “Sempre fiz as provas já pensando na recuperação”! Rá, rá, rá, rá...
Uma coisa é certa: muita coisa em nossa vida começou na nossa infância. Ser bobo, por exemplo, é uma coisa que o vereador Beto dos Assados é desde pequeno. Quando o Beto era pequeno, uma vez, o ex-governador Ivo Silveira visitava as casas pedindo votos no Bela Vista e foi visitar a casa do pai do Beto. Conversa vai, conversa vem, o Beto, admirado, passou a imitar o doutor Ivo em gestos e palavras. O doutor não gostou e pediu pra mãe dele:
– Minha senhora, quer me fazer o favor de pedir a esse pentelho que pare de me imitar? 
A mãe do Beto ralhou:
– Beto, que mania feia é essa de ficar imitando o bobo!
Não adiantaram os esporros, ele continuou imitando, tanto que, na última eleição, dando uma de bobo, acabou eleito pelo Avante com mais votos do que muitos espertos! Rá, rá, rá, rá...
Quem também foi bom estudante foi o vereador Estefano Broering! Certo dia, faz tempo, a professora Arlete, mulher do seu Hamilton Zacchi, mandou o Estefano fazer uma redação de pelo menos 30 palavras. O Estefano foi o primeiro da turma a terminar. Sua redação ficou assim: "Dona Maria tinha uma galinha. Quando ela quelia chamá-la, fazia assim: pi, pi, pi, pi, pi, pi, pi, pi, pi, pi, pi, pi, pi, pi, pi, pi, pi, pi, pi, pi”. 
Dona Arlete foi obrigada a dar 10 com estrelinha, porque ele fez a redação ao pé da letra!
Daí, né, mostrei pra ele o que escrevi sobre ele nessa crônica e ele me contestou, bravo:
– Eu nunca estudei com a dona Arlete do seu Hamilton!
Respondi:
– Não estudaste porque não quiseste!
Rá, rá, rá, rá...
Na sala de aula, com seus alunos, o professor estava analisando aquele famoso poema de Carlos Drummond de Andrade: "No meio do caminho, tinha uma pedra. Tinha uma pedra no meio do caminho...”.
Depois de ter explicado exaustivamente que, ao analisarmos um poema, podemos detectar  características da personalidade do autor implícitas no texto, o professor perguntou para o secretário de Segurança, Alexandre Silveira, que na época ainda não era da Polícia Civil:
– Alexandre, que característica da personalidade de Carlos Drummond de Andrade você pode perceber neste poema?
Ele não se fez de rogado e, usando seu fino faro de futuro policial, disparou:
– Plofessor, das duja uma: ou ele é tlaficante ou é usuálio!
A pesquisa também deu o seu devido reconhecimento ao vereador Juninho da Farmácia e o reconheceu como um dos alunos mais inteligentes que já passaram pela Escolinha. Uma vez, o Juninho chegou na escola e o professor perguntou:
– Numa árvore, havia três passarinhos. Deram um tiro na árvore e acertaram um passarinho. Quantos ficaram? 
– Ficou um passarinho – disse o Juninho. 
– Por que só um? – perguntou o professor.
– Só o que morreu, os outros fugiram, né!
Já para o vereador Zunga, a diferença entre um estudante mediano e um estudante inteligente era que o mediano copiava tudo o que a professora escrevia no quadro, e quando ela apagava o que estava no quadro, ele apagava tudo no caderno; enquanto o estudante inteligente, como ele, não copiava nada porque sabia que a professora ia apagar!
Daí, né, a professora do Joel Gaspar pediu pra ele fazer, de deveres de casa, uma rima.
Como desde de pequeno é poeteiro de mão cheia, caprichou:
– Lá vem um colcunda com uma flor na bunda!
– Pode parar por aí, Pakão, essa rima eu não aceito, tente de novo.
– Tá bem fessora, é pla já: lá vem um colcunda com uma flor na bochecha, porque na bunda a plofessora não dexa.
Outro caso interessante aconteceu com o ex-aluno da Escolinha da Prefa, o secretário Toninho Pagani. A professora de Inglês, um dia, perguntou pra ele, lá na escola de Urupema:
– Toninho, formule uma frase com a palavra "window".
E o Toninho, dando uma de inteligente:
– Quando mi chamam, eu aviso: "Já estou window".
Alguns dos alunos que estão na Escolinha do professor Pakão se mostraram muito mais espertos do que outros; eram até sábios. Uma vez, o Mário Cesar chegou muito atrasado na escola, e a professora dele perguntou:
– O que aconteceu?
– Fui atacado por um jacalé!
– Oh, meu Deus! E você se machucou?
O Mário se saiu com essa:
– Machucar, não, mas o tlabalho de alitmética, ele comeu tudinho!
Rá, rá, rá, rá...
Fui, mas na semana que vem eu volto. E nunca esqueça: enquanto você fica lendo esta coluna, tem um japonês se matando de tanto estudar! 



Publicado em 28/10/2021 - por Beltrano

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