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Cartão Rosa - Edição 785

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Prata da casa
Desde que chegou, em fevereiro do ano passado, para comandar a Chapecoense, Umberto Louzer vem coroando o bom momento que está vivendo o Verdão do Oeste. De lá pra cá, o bom time da Chapecoense já foi campeão estadual e campeão da Série B do Brasileiro, retornou à elite do futebol nacional e agora é líder disparado do Catarinão 2021. Tudo isso é fruto de um trabalho, onde o treinador está mesclando a experiência de jogadores com uma certa idade com atletas mais jovens vindos da base do clube. A Chapecoense está saindo mais uma vez na frente dos seus adversários, valorizando seus pratas da casa. Uma boa alternativa para os clubes aqui da Capital.


Troca de treinadores
Agora é regra oficial daquela que comanda o futebol brasileiro: a CBF já vinha sugerindo a proposta de limitação de troca de treinadores há uns três anos, e agora, nas séries A, B e C, todos terão que adotar essa medida pela primeira vez. Pode até parecer uma ordem autoritária, mas pra mim, isso poderá acabar com as gastanças na bagunçada roda de cadeiras desses profissionais. Será um passo importante para vetar tantas demissões numa única temporada. É inadmissível que, num campeonato com 20 clubes e em 38 rodadas, as direções tenham trocado 25 técnicos, como aconteceu no Brasileirão da temporada passada. Agora, pela nova regra, o clube só poderá demitir uma vez o seu treinador para chamar um novo. E os técnicos só poderão sair uma vez ou não poderão comandar mais de um time nas competições.


Drama financeiro
Que o Figueirense vive um grande drama financeiro, isso todo mundo já sabe. Um clube que já chegou a servir de exemplo administrativo para o futebol brasileiro, hoje deve pra muitos, e cabe à atual diretoria tentar consertar o acúmulo de pendências absurdas deixadas por administrações calamitosas. E tudo isso fica evidenciado nessa crise técnica que vive o time - eu diria até que é uma crise descomunal. Pra falar a verdade, nenhum torcedor alvinegro tinha visto um time como este, tão fraco e sem poder de reação. No jogo contra a Chapecoense, no Estreito, assim como foi contra o Criciúma também, a equipe parecia uma caricatura de time profissional. Essa situação de caos instalada no Scarpelli nada mais é do que um fruto das péssimas gestões nesses últimos anos.

Prosseguimento dos jogos
O agravamento desta pestilência por este Brasil afora tem obrigado muitos prefeitos e alguns governadores a restringirem inúmeras atividades que nos fazem falta no cotidiano ao qual estávamos acostumados. E uma discussão que tem ganhado opiniões contrárias e favoráveis nas rodas de amigos é o retorno do futebol profissional, assim como outras modalidades esportivas. Este velho escriba pensa que o nosso velho futebol, seja ele profissional ou amador, e até mesmo aquelas tradicionais peladas, ajudam a diminuir o fardo pesado que estamos vivendo. Por conta disso, não vejo tantos problemas no prosseguimento dos jogos.

Driblar as medidas
Só no Brasil mesmo para o futebol profissional ser tratado assim! É claro que existe uma grande diferença entre o futebol amador e o profissional. Porém, para driblar as medidas restritivas adotadas em muitas cidades brasileiras, a cartolagem está se virando como pode para ter jogos fora das cidades sedes, e até mesmo de alguns estados. Por conta disso, estão fazendo igualzinho ao futebol amador. Quem não se lembra daqueles finais de semanas em que uma certa quantidade de times se reunia em um único campo para realizar muitos jogos? Só no Estádio de São Januário foram seis jogos em cinco dias. Lá e cá, está tudo igual.


Trocas sem explicações
A igualdade não se refletiu apenas no resultado do jogo entre Próspera e Avaí. Além do placar em 1x1, os dois times saíram do Estádio Heriberto Hülse reclamando muito da fraca atuação da arbitragem durante a partida. O time da casa pontuou suas reclamações na marcação da penalidade inexistente que originou o gol de empate do Avaí. Até aqui, o time comandado por Claudinei Oliveira não tem agradado seus torcedores, apresentando um pífio futebol, com poucas opções e muitas trocas sem explicações. Não adianta se basear em estatísticas se, na prática, a coisa não está funcionando.


Bem me quer, mal me quer
Parece que a Cervejaria Heineken deu um tiro no pé ao declarar apoio à campanha do Dia Mundial sem Carne. A Febrac, a federação de criadores de animais, entendendo que houve desrespeito e desconsideração por parte da cervejaria, instituiu a campanha "Churrasco sem Heineken". Mas cá pra nós: churrasco sem cerveja não é uma boa opção.
A jornalista Maju Coutinho continua sendo malhada nas redes sociais depois do seu erro grotesco, falando ao vivo pra todo Brasil, no Jornal Hoje: "O choro é livre". Ela se referia às restrições tomadas pelo Brasil afora. Até o assistente de Edu Guedes, do The Chef, Lucas Salles, detonou a profissional. É o tal negócio: quem fala o que não deve, ouve o que não quer.
Quando o negócio é ostentação, o jogador Neymar também sabe bater um bolão. Como se não bastasse possuir um dos maiores salários do futebol mundial, nosso craque deixou seus seguidores babando nas redes sociais ao exibir seu novo brinquedinho. Trata-se de um novo celular, um iPhone12, feito de ouro, ao custo da bagatela de R$ 21 mil. Quéx maish ou quéx mole!?
Outro jogador mundial que é mais reservado, não curte baladas e outras festas, mas que também adora ostentar, é o argentino Lionel Messi, que tem uma vida de rei, recebendo um salário de R$ 933 milhões por ano. El Mago possui uma mansão de frente pro mar avaliada em R$ 41 milhões; quando precisa, aluga um jatinho particular, feito especialmente pra ele; possui um valioso hotel, entre outros. Que vida difícil, né!!!


Cartão rosa/vermelho
Cartão Rosa para o arrojado empresário Eduardo Lemos, que, mesmo num momento tão difícil como este que estamos passando, arregaçou as mangas e inaugurou a Jeito Próprio Doces Afetivos, no Madri. Com seu habitual carisma, Eduardo Lemos vem fazendo sucesso com sua empresa, recebendo a todos com muitas doçuras. A coluna deseja muito sucesso a esse empresário, que teve coragem de empreender neste momento!
Cartão vermelho para estes sacripantas, estas pessoas de mau caráter que se dizem ser profissionais da saúde para enganar a população na hora da vacinação contra a Covid-19. São antiprofissionais que estão disseminando um duplo medo em todos nós e que maculam a imagem do bom agente de saúde. Essa cacalhada está utilizando seringas aparentemente esvaziadas com o intuito de barganhar depois ou aplicar em seus familiares. Vamos todos fiscalizar o momento glorioso da vacinação, gravando o momento da injeção para acabar com essas falcatruas.


Pensamento do Bambi
A leitura está tão pra baixo no Brasil, que até aquelas mulheres que liam as nossas mãos desapareceram.



Publicado em 01/04/2021 - por Margarida Clésio Moreira dos Santos

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