Editorial - Edição 791

Quem um dia poderia pensar que o plantio de maconha seria liberado para um cidadão em terras palhocenses? A presença dessa droga sempre orbitou as rodas sociais e principalmente a juventude da cidade. História triste, já que representou a porta de entrada para muitos usuários de pesadas drogas, que escravizam muitos em nossa cidade.

Nosso colunista, memorialista e fundador João José da Silva conta que, antigamente, “quando o ‘baseado’ chegava em algum bairro da cidade, ouvia-se o estouro de foguetes, avisando que a erva estava à disposição do usuário”.

A chegada da liberação para o plantio não veio acompanhada de nenhum barulho. Mas é um passo para os que defendem a descriminalização do entorpecente. Isso porque representa admitir que os princípios ativos contidos na planta podem, sim, fazem bem a enfermos. Ainda que seja na forma de um óleo, e não, da “fumacinha”.

Desejamos que a ciência possa olhar essa e outras plantas de uma forma livre de preconceitos. Pois essa é a missão da ciência. Mas que a notícia não retire o alerta para os efeitos nocivos que a maconha (no caso, a droga ilícita) vem comprovando ao passar das décadas. Que as famílias sigam atentas, pois essa é sua missão.

Que as mentes se abram para o novo e que precisemos cada vez menos de drogas (lícitas ou ilícitas) para nos desconectarmos da dura realidade.



Publicado em 13/05/2021 - por Palhocense

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