Marca doa mais de 30 mil máscaras e mil macacões

Com a ajuda de costureiras voluntárias, Labellamafia está produzindo equipamentos de proteção individual para as cidades de Palhoça e Florianópolis

30583144c48f4cbd322eec7e4124b58e.jpeg Foto: DIVULGAÇÃO

Nos últimos dias, o mundo todo está acompanhando notícias sobre a pandemia do coronavírus (Covid-19). Os números de casos confirmados e mortes relacionadas à doença não param de crescer e são alarmantes. Em paralelo a isso, as ações solidárias e de ajuda seguem na mesma frequência. E um exemplo disso é a marca catarinense Labellamafia, que está produzindo uma série de equipamentos de proteção individual (EPI) e fazendo a doação destes materiais para as cidades de Palhoça e Florianópolis.

De acordo com proprietário da marca, fundada em 2007, Giulliano Puga, até agora foram confeccionados mais de 30 mil máscaras e mais de mil macacões e aventais. Os produtos são distribuídos de acordo com a necessidade das Secretarias de Saúde de cada município.

A produção dos materiais é realizada por uma equipe reduzida de profissionais na fábrica da Labellamafia, em Palhoça, e conta ainda com a colaboração de costureiras voluntárias. “Estamos recebendo doações de tecido de diversas empresas do estado e junto com o Somar Floripa repassamos os insumos e todo o material que está sendo cortado na fábrica para que as costureiras possam produzir as máscaras, macacões e aventais em suas casas”, explica o empresário.

Giu destaca que apesar da incerteza em relação a proliferação do coronavírus no Brasil, a marca segue comprometida com a responsabilidade de evitar o avanço do Covid-19 no país. Ele crê também que ações como essa sejam importantes no momento atual.

O empresário completa ainda que esta é a hora da marca retribuir toda a confiança recebida por colaboradores, lojistas e clientes. Por isso, além de seguir as recomendações da Organização Mundial da Saúde e estar atenta as determinações e orientações do governo de Santa Catarina, a Labellamafia pausou parcialmente as atividades em todas a unidades no Brasil, América Latina, América do Norte e Europa. “Essa decisão foi com o intuito de preservar a saúde do todos os nossos colaboradores e minimizar a propagação do vírus e o seu impacto como um todo”, salienta Giu.



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