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Pró-Crep planeja parceria com a Universidade de Cambridge

O objetivo é implantar uma estufa de hiônicas na Pinheira

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O Centro de Triagem de Resíduos Sólidos da Pinheira (Pró-Crep) está firmando duas novas parcerias com a Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul). Uma delas trata de um piloto na produção de compostagem de orgânicos, a partir do triturador de podas. A outra é em conjunto com a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), com apoio da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, considerada uma das mais renomadas mundialmente. 

Através da parceria com a universidade inglesa, a proposta é replicar, na Pinheira, um projeto chamado “Bridge”. Essa experiência foi inaugurada há três anos em Tubarão (SC) e consiste em uma estufa de hidropônicas que produz até 3 mil pés de alface por mês usando apenas 10% de toda a água que seria utilizada se a mesma produção fosse convencional, na terra.

Morango, rúcula, tomate, berinjela e agrião estão entre as possibilidades de cultivo num espaço que vai ficar próximo da futura horta comunitária, nos fundos da Praça da Reciclagem. 

Estufa de hidropônicas

A hidroponia é a técnica de cultivar plantas em que os elementos minerais essenciais para o crescimento e o desenvolvimento estão contidos numa solução, num composto líquido, que fornece na medida exata e de forma constante todos os nutrientes de que os vegetais necessitam para se desenvolver. Ali, as raízes podem estar suspensas no meio líquido ou apoiadas em lã de rocha ou fibra de coco, por exemplo). Há possibilidade de as raízes também não ficarem imersas, mas no ar, sendo pulverizadas de forma contínua.

Os professores José Baltazar Guerra, Anelise Leal Vieira Cubas e Ana Regina de Aguiar Dutra, do curso de Ciências Ambientais e de Engenharia de Produção da Unisul, visitaram a Pró-Crep na semana passada, para falar sobre hidroponia. Segundo eles, “de maneira rápida e eficiente, utiliza-se menos água para produzir mais alimentos”. 

Ainda conforme os professores, a hidroponia “empodera as comunidades”, que se tornam mais autônomas na produção de alimentos. 

“Procuramos gerar impacto na pesquisa e na educação, mas também lutamos para que as comunidades se apropriem destas tecnologias, que sejam projetos úteis para as famílias, que todos possam no futuro produzir em casa”, explica Baltazar.

A estrutura de 12m por 7m deve ser doada em breve para a Pró-Crep, que entrará em contrapartida com pessoal e espaço físico para sua instalação. 

A manutenção do sistema deverá ser feita por associados locais, que terão capacitação específica. 

Com relação ao uso de defensivos agrícolas, para que as hidropônicas sejam também orgânicas, a aplicação tende a ser nula. Já o sistema a ser implantado, será totalmente movido a energia solar.

 

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